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outubro 5, 2021 Câncer de mama0

O câncer de mama é o mais incidente em mulheres em todo o mundo. De acordo com pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (INCA), somente em 2020, foram estimados mais de dois milhões de casos inéditos, o que representa 24,5% dos novos casos por câncer em mulheres. Por conta disso, a detecção precoce e  a realização de exames preventivos são indispensáveis no combate à doença. A tecnologia tem sido uma grande aliada das inovações na medicina moderna, e no caso da oncologia, o cenário não é diferente. 

No post de hoje, nós, do Blog da Medquimheo, reunimos informações valiosas sobre os novos exames que facilitam o diagnóstico de patologias mamárias. Confira! 

Veja também –  Próteses de Silicone x câncer de mama: entenda essa relação

Quais são os tipos de biópsia da mama e qual a diferença entre elas? 

A biópsia nada mais é do que a remoção de uma pequena parte do tecido para uma avaliação da presença ou ausência de células cancerígenas. Esse procedimento é realizado por um patologista – médico especializado na interpretação de exames laboratoriais e análise de células, tecidos e órgãos – para diagnosticar a doença. Caso seja constatada a presença de células cancerígenas, o especialista determina qual o tipo de câncer de mama foi detectado.

São vários os tipos de biópsia e a escolha entre estas varia a cada caso. Entre os fatores que influenciam nesta decisão, estão o tipo da lesão, tamanho, localização, a quantidade de tumores e outros problemas clínicos da paciente. Segundo o INCA, os principais tipos de biópsia são: 

1- Punção aspirativa por agulha fina (PAAF)

Neste procedimento, ocorre a remoção de uma amostra de células do tecido mamário suspeito para exame, com a utilização de uma agulha mais fina acoplada a uma seringa para aspiração do tecido. O posicionamento da agulha é comumente guiado por ultrassom.

2 – Biópsia por agulha grossa (Core Biopsy)

O Core Biopsy, procedimento realizado na Medquimheo da Enseada do Suá, consiste na retirada de fragmentos de tecido, com uma agulha de calibre um pouco mais grosso, acoplada a uma pistola especial. É aplicada, neste caso, uma anestesia local. Esse geralmente é o tipo de biópsia preferido caso haja suspeita de câncer de mama. O posicionamento da agulha de biópsia poderá ser guiado por ultrassom, mamografia ou ressonância magnética.

3 – Biópsia cirúrgica

Ocorre em casos raros, em que considera-se necessário a cirurgia para remover parte do nódulo ou até mesmo ele por inteiro para exame. Neste procedimento, o cirurgião remove todo o nódulo ou área anormal, assim com uma área de tecido mamário normal como margem de segurança.

4 – Biópsia do linfonodo

Caso os linfonodos axilares encontrem-se aumentados, eles serão investigados para determinar a disseminação da doença. Mesmo que não ocorra alteração dos linfonodos, os gânglios linfáticos axilares geralmente são estudados para metástases, no momento de retirada do tumor mamário. Isso é realizado com a biópsia do linfonodo sentinela ou dissecção dos linfonodos axilares.

O que é mamotomia?

Mamotomia é um tipo especial de biópsia, solicitada somente em caso de alterações mamárias suspeitas. Realizada por meio  da ultrassom, mamografia estereotáxica ou até mesmo orientada pela ressonância de mamas, tem como objetivo estabelecer o diagnóstico do câncer de mama. O exame tem duração aproximada de 40 minutos, sendo necessário levar acompanhante. Entre as vantagens que oferece à paciente, estão:  traz uma maior precisão no diagnóstico, dispensa internação hospitalar e tem rápida recuperação.

Para se preparar para o exame, é necessário evitar ingestão de medicamentos que contenham antiagregantes plaquetários, como o ácido acetil salicílico, cinco dias antes e dois dias após o exame, com consentimento do médico responsável pelo caso. É necessário também levar exames anteriores de usg mamária, mamografia e ressonância de mamas, caso houver. O pós-procedimento é tranquilo, sendo preciso apenas evitar exercícios físicos por dois dias, ter cuidado para não molhar o curativo e retirá-lo somente após 24h. Uma dica é aplicar gelo nas primeiras 24h para prevenir a formação de hematomas.

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer


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outubro 4, 2021 Dicas0

Estresse  é  uma resposta do organismo a determinados estímulos que representam circunstâncias ameaçadoras,  ou seja,  situações corriqueiras do dia a dia, como uma discussão no trabalho ou um imprevisto.  Segundo o relatório global de emoções feito pela Gallup,  empresa americana especializada em pesquisa de opinião, 2020 bateu recorde no nível de estresse entre cidadãos. O levantamento, feito com mais de 160 mil adultos em 116 países, afirma que o ano da pandemia foi o mais estressante dos últimos quinze anos.

 Para te ajudar a entender mais sobre as causas, sintomas, tipos e como controlar o estresse, nós, do Blog da Medquimheo, reunimos, neste conteúdo, informações, pesquisas e quatro dicas essenciais para incluir em sua rotina. Continue lendo para conferir!

Veja também:  Dicas para manter a qualidade de vida e a saúde mental na quarentena

Quais são as principais causas e sintomas do estresse?

Nossas relações sociais, as pessoas com quem convivemos e os ambientes aos quais frequentamos diariamente tem impacto direto no nosso bem-estar. Entre as principais causas do estresse, estão: conflitos no ambiente familiar, dificuldades financeiras, problemas de saúde na família, dificuldades no trabalho ou a falta dele e relacionamentos tóxicos, conforme aponta um artigo publicado no Portal de Notícias G1.

É importante destacar que o estresse afeta tanto a saúde mental, quanto a saúde física. Além de haver a possibilidade de desencadear diversos transtornos psiquiátricos, como ansiedade, síndrome do pânico, depressão e até mesmo esquizofrenia, estão entre os sintomas do estresse, a hipertensão, insônia, imunidade baixa e problemas digestivos, conforme afirma estudo da UniCardio. 

Entenda os diferentes tipos de estresse

  Estresse Agudo

Esse é o tipo de estresse mais comum. Ocorre, geralmente, em episódios isolados, com o recebimento de uma notícia inesperada e/ou ruim, briga ou acidente. Por se tratar de episódios isolados, não têm efeito permanente no organismo. Em casos de trauma mais graves, como  assalto, há o risco de desenvolvimento de um quadro psiquiátrico chamado de transtorno de estresse pós-traumático. Apesar disso, o estresse agudo pode ser considerado, até certo ponto, saudável, pois ensina o indivíduo a como reagir em situações estressantes futuras.

      Estresse Agudo Episódico

Ocorre quando há uma repetição frequente do estresse agudo, por exemplo, quando a pessoa tem crises nervosas todos os dias. Nesses casos, não se tratam mais de episódios isolados. Acontece, em grande parte, com pessoas mais pessimistas, que estão sempre em estado de alerta, na espera do pior. Desse modo, a pessoa fica ansiosa e tensa sem motivos aparentes. A autocobrança e o perfeccionismo também contribuem para este quadro, uma vez que o indivíduo passa a ficar irritado consigo mesmo e com o ambiente ao seu redor.

      Estresse Crônico

Estresse constante, persistente, que permanece por longos períodos de tempo. Geralmente é causado por alguma situação traumática, que foi internalizado e os reflexos permanecem presentes na pessoa. Afeta diversos aspectos psicológicos do indivíduo. Assim como no estresse agudo episódico, quem sofre de estresse crônico se acostuma com o sentimento.

 Como controlar o estresse?

Agora que você já sabe as principais causas, tipos e consequências do estresse, reunimos 4 dicas para te ajudar a controlá-lo, e assim, ter uma vida mais tranquila e saudável.

1️⃣ – Praticar atividade física

A atividade física é uma grande aliada quando o assunto é controle do estresse. Além de melhorar a saúde de modo geral, o exercício gera a sensação de bem-estar e aumenta a disposição e energia de quem o pratica. Isso acontece porque, quando praticamos exercícios, aumentamos a produção dos neurotransmissores de bem-estar do cérebro – as endorfinas. Caminhar, correr ou pedalar são atividades recomendadas para uma saúde mental mais estável.

2️⃣ – Ler

A leitura é essencial para relaxar a mente e esquecer dos problemas. Somente o ato de parar, sentar no sofá e ler um livro já é, por si só, relaxante. Mas não é só isso! A leitura provoca o equilíbrio entre o cérebro e os pensamentos, pois quando lemos, o nosso corpo exige maior concentração da área da visão para interpretar o que está sendo lido, isso relaxa a tensão dos demais músculos. Além disso, ler faz a pessoa se desligar dos outros sentidos físicos, o que provoca descanso mental e alívio das preocupações. 

3️⃣ – Ter uma alimentação saudável

Uma alimentação saudável, além de fazer o organismo funcionar melhor, melhora o humor e afasta o estresse. Estudos mostram que quando temos a presença de uma variedade de alimentos, principalmente naturais, consumimos várias fontes de fibras, vitaminas e minerais que, quando entram no organismo, produzem hormônios que estão ligados ao prazer e à satisfação, o que proporciona sensação de bem-estar. Dessa forma, nossa dica é que invista em saladas, legumes, frutas e vegetais! 

4️⃣ – Tirar um tempo para o lazer

O lazer é indispensável para qualidade de vida. Tirar um tempo para si mesmo, para fazer algo que gosta e que te traz prazer, como dançar, ouvir músicas, assistir filmes, entre outros, são atividades de autocuidado importantes para sair do modo automático e eliminar a pressão de precisar ser produtivo o tempo todo. Pesquisas apontam que pessoas com mais tempo livre e/ou que o utilizam melhor sentem menos impactos do estresse diário. Ao quebrar a rotina, descansar e liberar hormônios do prazer e da felicidade, como dopamina e ocitocina, há uma melhora considerável nos níveis de estresse.

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Saiba como ter uma alimentação mais saudável

 

Fonte: Estudo da UniCardio


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setembro 28, 2021 Câncer0

Sono de qualidade promove inúmeros benefícios para a saúde. No entanto,  noites mal dormidas e cansaço ao longo do dia são queixas comuns dos pacientes oncológicos, que tendem a apresentar quadros de insônia devido a fatores psicológicos, como estresse e ansiedade, ou em decorrência de dores e desconfortos ocasionados por determinados tratamentos do câncer, como a quimioterapia

No conteúdo de hoje, nós, do Blog da Medquimheo, explicamos a importância de dormir bem para pacientes em tratamento do câncer, além de compartilharmos dicas para te ajudar a ter noites de sono mais saudáveis. Continue a leitura para conferir!

Veja também: Quais são os riscos do paciente oncológico contrair a Covid-19?

Qual a importância do sono para o paciente oncológico?

Dormir bem durante o período de tratamento do câncer é fundamental, tendo em vista que, sem um descanso adequado, o nível de cortisol – hormônio do estresse- aumenta, o que pode, proporcionalmente, diminuir a contagem das células NK, que são essenciais para ajudar o corpo a lutar contra a doença. Além disso, dormir mal também pode gerar mais dores e desconfortos no paciente oncológico e diminuir o nível de imunidade no organismo, o que também afeta o progresso do tratamento oncológico

Dicas para paciente oncológico dormir melhor

De acordo com publicação do Instituto Vencer o Câncer, algumas atitudes simples, que podem ser adotadas diariamente, são essenciais para ajudar a pessoa com câncer a dormir melhor. Confira a seguir. 

  • 💤 É ideal tirar um cochilo curto durante o dia, que não ultrapasse uma hora, para não comprometer o sono da noite.
  • 💡 Na hora de dormir, mantenha todas as luzes apagadas e evite assistir  televisão ou utilizar celular na cama .
  • ⏰ Tente manter um horário regular de sono: ir para a cama no mesmo horário todas as noites e acordar à mesma hora pela manhã. 
  • 🤸‍♂️ Preencher o dia com atividades prazerosas e fazer exercícios físicos e refeições leves são recomendados para evitar a sonolência durante o dia, além de promoverem o sono à noite. 
  • ☕ Evite tomar café muito próximo do horário de dormir. O mais indicado é que a última xícara do dia seja depois do almoço, pois a cafeína prejudica o sono.
  • 💊 Não faça uso de medicamentos para dormir sem orientação médica.

#DicaMedquimheo: yoga é aliada do paciente oncológico!

Yoga é uma prática que equilibra o físico e o mental com objetivo de promover diversos benefícios para corpo e mente, como menos estresse, alívio da sensação constante de ansiedade, ajuda na redução de dores crônicas, entre outros. Além disso, o yoga pode diminuir a fadiga e melhorar a qualidade do sono em pacientes com câncer.

Recomendamos que converse com seu médico antes de iniciar a prática.

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Fonte: Instituto Vencer o Câncer


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Tratar o câncer é uma batalha que se estende dia após dia, mas, com apoio profissional e da família, o período pode ser mais leve e acolhedor. Para lidar com as crianças diagnosticadas com câncer infantil, é preciso redobrar a atenção e adotar cuidados especiais. Os pequenos precisam de suporte integral, que deve ser prestado tanto por toda equipe médica, como também e, principalmente, pelos responsáveis e familiares próximos. 

Para te ajudar a entender melhor quais cuidados adotar com crianças com câncer, nós, do Blog da Medquimheo, em parceria com nossa oncologista pediátrica, Dra. Joana Bortolini, preparamos este conteúdo especial. Continue a leitura para conferir. 

Veja também: Qual a importância do hábito de lavar as mãos para a prevenção de doenças?

Como cuidar da criança com câncer?

Para cuidar da criança com câncer é importante compreender, da maneira mais clara possível, a doença e como ocorre o tratamento. Segundo o Instituto Oncoguia, o câncer infantil, na maioria das vezes, é resultado de alterações no DNA das células, que acontecem precocemente durante a vida. Ao contrário dos tipos de câncer que acometem adultos, o infantil não está relacionado a estilo de vida e a fatores de risco ambientais. 

“Os sinais do câncer infantil não são específicos e, por isso, as consultas de rotina são fundamentais, uma vez que podem contribuir para o diagnóstico precoce da doença. Os responsáveis devem estar atentos a sintomas como palidez, dores nos membros, dor óssea, hematomas ou sangramentos pelo corpo, caroços ou inchaços, perda de peso sem causa aparente, febre e sudorese noturna, tosse persistente ou falta de ar, alterações oculares, inchaço abdominal, dores de cabeça, vômitos recorrentes pela manhã ou com piora durante o dia. Caso sejam observados, a orientação é buscar um especialista imediatamente.”

-Dra. Joana Bortolini, oncologista pediátrica da Medquimheo. 

Ainda de acordo com o Oncoguia, o tratamento do câncer infantil é determinado com base no tipo e estadiamento da doença. As opções podem incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Além disso, em alguns casos, o transplante de células-tronco também pode ser uma alternativa. 

Quais são as orientações para cuidado de crianças com câncer?

O Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG desenvolveu uma cartilha explicativa com as principais orientações para o cuidado de crianças com câncer. A seguir, listamos os principais cuidados que devem ser adotados: 

 

  • 💉 Vacinas

A maior parte das vacinas é contraindicada durante o tratamento de quimioterapia, mesmo as que são ministradas pela boca ou as de campanhas nacionais. Sendo assim, a recomendação sempre é buscar orientação do médico responsável pelo caso. 

  • 💊 Medicamentos

A principal orientação quanto a administração de medicamentos é esclarecer todas as dúvidas durante as consultas com o médico. Além disso, é fundamental dar os remédios para a criança nas doses e horários corretos. 

  • 🧼 Higiene corporal

Como a imunidade da criança com câncer fica comprometida, seja pela doença ou por efeitos colaterais dos tratamentos, alguns cuidados com a higiene são necessários: 

– Usar sabonete sem perfume; 

– Fazer uso de creme hidratante sem perfume após o banho;

– Manter as unhas curtas e limpas;

– Sempre utilizar protetor solar quando a criança for exposta ao sol;

– Manter brinquedos e objetos pessoais da criança higienizados. 

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Fonte: Cartilha da UFMG.


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setembro 23, 2021 Câncer0

Adotar hábitos para reduzir o colesterol é benéfico não só para prevenir doenças cardiovasculares, como também é fundamental para reduzir o risco de desenvolvimento de câncer de mama e câncer de intestino. Por ser um fator de risco para o desenvolvimento de tumores, o colesterol alto deve ser controlado por meio de dieta equilibrada e rotina de exercícios físicos, além de consultas regulares a especialistas. 

Para te ajudar a entender melhor a relação entre colesterol alto e câncer, nós, do Blog da Medquimheo, preparamos este conteúdo especial, que também reúne dicas valiosas de como reduzir os níveis de colesterol no organismo. Continue a leitura para conferir. 

Veja também – Falta de vitaminas durante o câncer: entenda qual é a relação 

Qual é a relação entre colesterol alto e câncer?

De acordo com publicação do Instituto Vencer o Câncer, colesterol alto e obesidade podem desencadear alterações celulares que levam ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Esse processo de formação de tumores ocorre por haver excesso de gordura corporal, o que eleva os níveis de circulação de hormônios, como insulina, estrogênio e fatores de crescimento (IGF-1), e, como consequência,  estimula a produção celular desenfreada e inibe a apoptose – morte celular programada.

Dicas para controlar o colesterol e reduzir o risco de câncer

Ainda de acordo com o Instituto, alguns hábitos podem (e devem!) ser adotados na rotina para combater o colesterol alto e, dessa forma, reduzir os riscos de desenvolvimento de câncer. Confira as dicas a seguir: 

  • Dieta equilibrada

Ter uma dieta equilibrada, rica em fibras, legumes, frutas, verduras e oleaginosas, além de substituir carboidratos por alimentos integrais, é um dos hábitos cruciais para combater o colesterol alto. Também é recomendável evitar consumo de ultraprocessados, bebidas alcoólicas em excesso, doces e frituras. Dê preferência para ingestão de carnes magras e laticínios com níveis reduzidos de gordura.

  • Atividade física

A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a saúde do corpo como um todo. Além disso, durante as atividades, há diminuição de LDL – colesterol ruim – e aumento do nível de HDL – colesterol bom, segundo publicação do Hospital do Coração (Hcor)

  • Rastreamento

Além da dieta equilibrada aliada com a prática de atividade física, realizar consultas periódicas é fundamental. Além disso, é recomendável realizar o exame de dosagem de colesterol como estratégia de rastreamento em pacientes em torno de 30 anos com fatores de risco como tabagismo, hipertensão e histórico familiar de doença coronariana. 

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#DicaDaNutri: 3 receitas que ajudam na quimioterapia

Dicas para manter a qualidade de vida e a saúde mental na quarentena 

Fonte: Instituto Vencer o Câncer.


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setembro 22, 2021 CâncerCâncer de mama0

Amamentação é um tema que sempre está em alta, devido a sua importância, tanto para os bebês, quanto para as mães. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), amamentar diminui o risco de câncer de mama, uma vez que, durante o período de aleitamento, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento deste tipo de câncer caem no organismo feminino. No entanto, algumas dúvidas são muito recorrentes, principalmente, quando envolvem mulheres que já estão em tratamento do câncer, seja por quimioterapia ou outro processo.  

Para te ajudar a sanar as principais dúvidas acerca da amamentação por pacientes oncológicas, nós, do Blog da Medquimheo, em parceria com nosso mastologista, Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, preparamos este conteúdo especial. Continue a leitura para conferir. 

Veja também – Semana Mundial da Amamentação: ato pode prevenir câncer de mama

Quem faz quimioterapia pode amamentar?

Durante o período de tratamento do câncer, que pode envolver quimioterapia ou outro procedimento, como a imunoterapia, é imprescindível que a paciente oncológica converse com a equipe médica responsável por seu caso antes de iniciar a amamentação, uma vez que os medicamentos utilizados para tratar o câncer podem se misturar ao leite e, assim, afetar a saúde do bebê. Já caso a mulher seja diagnosticada com algum tumor maligno durante o aleitamento, é preciso buscar um especialista o quanto antes e redobrar os cuidados. 

Mulheres com câncer de mama podem amamentar?

Segundo estudo divulgado na National Library of Medicine, a recomendação mais comum é não amamentar, tendo em vista que boa parte dos medicamentos utilizados para tratar o câncer de mama podem suprimir a lactação, ou ser secretados no leite materno, com efeitos ainda não estudados sobre os bebês. Já para as mulheres que foram curadas do doença, a recomendação é a seguinte:

“Pacientes que retiraram uma das mamas – mastectomia – e têm a outra sem alteração podem amamentar. Já as mamas que foram operadas parcialmente podem apresentar alguma dificuldade na lactação, dependendo do tipo de cirurgia e do local de surgimento do tumor. Por isso, a recomendação é procurar um especialista antes de qualquer decisão.”

-Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, mastologista da Medquimheo. 

Amamentação diminui chances de leucemia infantil? 

Além de proteger a mãe contra o câncer de mama, a diminuição do risco de desenvolvimento de leucemia infantil também está entre os benefícios da amamentação para a saúde dos bebês. Segundo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, e divulgado no Journal of the American Medical Association (Jama) Pediatrics, o leite materno pode reduzir em até 19% o risco de desenvolvimento da doença. 

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Qual a importância do hábito de lavar as mãos para a prevenção de doenças?

Fonte: Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, mastologista da Medquimheo, CRM: ES 8267.


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agosto 12, 2021 Vacinação0

É recomendado que os pacientes oncológicos tomem a vacina contra influenza para se prevenir de doenças respiratórias, como gripe e resfriados, que são muito comuns durante o inverno. Neste período de pandemia, os cuidados devem ser redobrados, visto que a baixa imunidade das pessoas em tratamento do câncer as colocam em maior risco para a contaminação. Dados do Instituto Vencer o Câncer apontam que essa condição pode acometer 34% dos pacientes com câncer de mama e mais de 50% dos que lutam contra linfomas. 

Para saber mais sobre a importância dos pacientes oncológicos tomarem a vacina contra a influenza, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Confira!

Veja também: Tomei a vacina da Covid-19, e agora?

Quais benefícios os pacientes oncológicos têm ao tomar a vacina contra influenza?

Pesquisas realizadas pelo Hospital Oswaldo Cruz apontam que a vacina contra influenza A e B objetiva aumentar a proteção dos pacientes oncológicos e as vantagens englobam um organismo mais saudável e a continuidade do tratamento. Separamos alguns benefícios da imunização para pessoas que estão em tratamento contra o câncer.

🤧 Diminui as chances de piora na imunidade;

👨‍👩‍👧‍👦 Protege pessoas próximas de serem contaminadas pelas infecções;

🦠 Anula as possibilidades de contrair gripes e resfriados, visto que a vacina contém o vírus inativo;

🩺 Evita interferências no tratamento oncológico;

Caso apresente qualquer sintoma de resfriados ou Covid-19, é fundamental procurar um médico para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento iniciado. Além disso, antes de se imunizar contra a influenza, converse com seu oncologista. 

#DicaMedquimheo: vacine-se! Os pacientes oncológicos podem se imunizar contra a influenza e também contra a Covid-19.

Outras vacinas recomendadas durante o tratamento oncológico

Durante o tratamento oncológico, outras vacinas, além da influenza, são recomendadas para aumentar a proteção dos pacientes contra diversas doenças, entre elas:

  • Dupla do tipo adulto (difteria e tétano);
  • Hepatite A e combinações;
  • Hepatite B e combinações;
  • Meningocócicas;
  • Pneumocócica;
  • HPV.

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Qual a importância das vacinas para a prevenção do câncer? 

Quais são os riscos do paciente oncológico contrair a Covid-19?

Fonte: A.C.Camargo Cancer Center.


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Os riscos para pacientes oncológicos ao se contaminarem com Covid-19 se dão pelas maiores chances de complicações pela doença, visto a baixa imunidade das pessoas que tratam o câncer. Segundo um estudo de meta-análise da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), os riscos de óbitos por Covid-19 em pacientes oncológicos são de 26%, contra 2% a 3% da população geral. Nesse sentido, é fundamental que os pacientes adotem as medidas protetivas, a fim de evitar a contaminação e, consequentemente, dar continuidade ao tratamento oncológico

Para te explicar os principais cuidados que os pacientes oncológicos devem tomar para evitar a infecção pelo coronavírus, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

Veja também: Tomei a vacina da Covid-19, e agora?

🩺 Quais cuidados adotar para prevenir a contaminação pela Covid-19?

De acordo com o Instituto Oncoguia o principal cuidado para o paciente oncológico deve ser com o tratamento, que não deve ser interrompido e, qualquer decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe médica. Para além do tratamento, é preciso avaliar procedimentos cirúrgicos eletivos e adiá-los, quando possível; imunizar os pacientes com a vacina contra a Covid-19 e implementar precauções pessoais para ajudar no controle da proliferação do vírus.  

Para que os cuidados contra o coronavírus sejam estendidos para o dia a dia do paciente oncológico, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou algumas recomendações.

🏠 Ficar em casa quando não for dia de tratamento; 

🤧 Prevenir-se de contato com pessoas gripadas ou resfriadas quando sair;

💉 Vacinar-se contra a Covid-19;

🧼 Lavar as mãos com frequência e por, pelo menos, 20 segundos;

🤦🏼‍♀️ Evitar levar as mãos ao rosto, principalmente, nos olhos, nariz e boa;

🤧 Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;

📏 Manter distância segura das pessoas e evitar aperto de mão, abraços e beijos;

🎒 Evitar compartilhar objetos pessoais como toalhas, garrafas e copos, chaves e celulares;

🧴 Higienizar superfícies tocadas com frequência;

😷 Utilizar sempre a máscara, em locais públicos e com desconhecidos.

Caso apresente qualquer sintoma de Covid-19, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento seja iniciado. Quando possível, opte pelo formato de teleconsulta, para resguardar a sua segurança e do profissional que irá atendê-lo. 

#DicaMedquimheo: vacine-se! Os pacientes oncológicos fazem parte do grupo prioritário para receber os imunizantes contra a Covid-19 e, ao se vacinar, é possível evitar as formas graves da doença e dar continuidade ao tratamento de câncer.

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Testes de Covid-19: entenda as diferenças entre os exames!

Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).


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Os pacientes oncológicos precisam adotar cuidados durante o inverno, visto que nessa estação as doenças respiratórias se proliferam com maior rapidez. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por ano, gripes e resfriados causam comprometimentos graves em 3,5 milhões de pessoas, principalmente, as que possuem alguma comorbidade ou estejam em tratamentos que impactam a imunidade, como as quimioterapias e radioterapias, que tratam o câncer.

Para te explicar os principais cuidados que os pacientes oncológicos devem adotar no inverno, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

Veja também: Aprenda receitas de sopas saudáveis para aquecer o inverno

❄️ Quais cuidados adotar no inverno para evitar doenças respiratórias?

É importante lembrar que, como já falamos, o frio é um clima propício para o aumento de doenças respiratórias, por diversos fatores. As mudanças bruscas de temperatura, poluição ambiental, ar seco e utilização de cobertores guardados há muito tempo são algumas das razões que podem influenciar na proliferação avançada dos vírus. Além disso, a Covid-19 também é uma doença respiratória e, nos pacientes oncológicos, ela pode provocar internações e uma série de complicações. Dessa forma, o cuidado deve ser redobrado.

Pessoas que estão em tratamento de câncer são mais vulneráveis a infecções respiratórias devido a baixa imunidade, por conta dos medicamentos e procedimentos para tratar a doença. Para se prevenir é preciso adotar cuidados como:

🔒 Evitar locais fechados e com aglomerações; 

🤧 Prevenir-se de contato com pessoas gripadas ou resfriadas;

🧥 Manter-se sempre bem agasalhado;

💉 Vacinar-se contra a influenza anualmente;

🧼 Lavar as mãos antes de todas as refeições e evite encostar no rosto com as mãos sujas;

🍉 Optar sempre por alimentos frescos e de procedência confiável;

🥤 Manter-se hidratado.

Caso apresente qualquer sintoma de gripe, resfriado ou Covid-19, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento seja iniciado. Além disso, faça o isolamento para proteger as pessoas à sua volta, visto que as doenças respiratórias, em grande maioria, são contagiosas.  

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Fonte: Oncoguia.