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vacina HPV

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agosto 12, 2021 Vacinação0

É recomendado que os pacientes oncológicos tomem a vacina contra influenza para se prevenir de doenças respiratórias, como gripe e resfriados, que são muito comuns durante o inverno. Neste período de pandemia, os cuidados devem ser redobrados, visto que a baixa imunidade das pessoas em tratamento do câncer as colocam em maior risco para a contaminação. Dados do Instituto Vencer o Câncer apontam que essa condição pode acometer 34% dos pacientes com câncer de mama e mais de 50% dos que lutam contra linfomas. 

Para saber mais sobre a importância dos pacientes oncológicos tomarem a vacina contra a influenza, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Confira!

Veja também: Tomei a vacina da Covid-19, e agora?

Quais benefícios os pacientes oncológicos têm ao tomar a vacina contra influenza?

Pesquisas realizadas pelo Hospital Oswaldo Cruz apontam que a vacina contra influenza A e B objetiva aumentar a proteção dos pacientes oncológicos e as vantagens englobam um organismo mais saudável e a continuidade do tratamento. Separamos alguns benefícios da imunização para pessoas que estão em tratamento contra o câncer.

🤧 Diminui as chances de piora na imunidade;

👨‍👩‍👧‍👦 Protege pessoas próximas de serem contaminadas pelas infecções;

🦠 Anula as possibilidades de contrair gripes e resfriados, visto que a vacina contém o vírus inativo;

🩺 Evita interferências no tratamento oncológico;

Caso apresente qualquer sintoma de resfriados ou Covid-19, é fundamental procurar um médico para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento iniciado. Além disso, antes de se imunizar contra a influenza, converse com seu oncologista. 

#DicaMedquimheo: vacine-se! Os pacientes oncológicos podem se imunizar contra a influenza e também contra a Covid-19.

Outras vacinas recomendadas durante o tratamento oncológico

Durante o tratamento oncológico, outras vacinas, além da influenza, são recomendadas para aumentar a proteção dos pacientes contra diversas doenças, entre elas:

  • Dupla do tipo adulto (difteria e tétano);
  • Hepatite A e combinações;
  • Hepatite B e combinações;
  • Meningocócicas;
  • Pneumocócica;
  • HPV.

Conheça nosso blog!

Aqui em nosso Blog sempre encontrará materiais relevantes para mais saúde e qualidade de vida. Confira outros conteúdos que podem ser de seu interesse:

Qual a importância das vacinas para a prevenção do câncer? 

Quais são os riscos do paciente oncológico contrair a Covid-19?

Fonte: A.C.Camargo Cancer Center.



junho 26, 2014 CâncerNotícias0

O HPV, também conhecido como Papilomavírus humano é uma doença sexualmente transmissível que pode afetar homens e mulheres. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que existem mais de 100 tipos desse vírus, sendo que cerca de 40 deles podem infectar o trato ano-genital, podendo causar câncer em regiões como o colo do útero, vagina, vulva, ânus, pênis e boca. Como uma forma eficaz de prevenção, especialistas indicam a importância dos exames ginecológicos e a vacinação contra a doença.
 

Entre os principais tipos que podem vir a causar o câncer estão o ‘16’ e o ‘18’, variações com alto risco oncogênico e que estão presentes em 70% dos casos de câncer de colo de útero, por exemplo. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que 291 milhões de mulheres estão infectadas pelo HPV e cerca de 30% estão infectadas pelos tipos ‘16’ e ‘18’. Mas vale ressaltar que a infecção pelo vírus de maneira isolada, pode não ser suficiente para o desenvolvimento de um tumor. Imunidade, genética, tabagismo, número elevado de parceiros sexuais e de gestações, avanço da idade e o uso da pílula anticoncepcional também são considerados fatores de risco.
 

Vacinas disponíveis no mercado
 

Hoje, há duas vacinas profiláticas à venda em grande parte das farmácias e drogarias do País. São elas: a quadrivalente e a bivalente. Ambas previnem a infecção contra o HPV. Até o dado momento, especialistas afirmam que elas garantem 5 anos de proteção. “Mulheres a partir dos 9 anos e homens entre 9 e 26 anos (devido ao risco de câncer anal) recebem indicações para a vacinação. É válido ressaltar que o uso da vacina não dispensa a importância de preservativos nas relações sexuais”, explica o ginecologista e mastologista Cleverson Gomes do Carmo Júnior.
 

Exame de Papanicolau não pode ser deixado de lado
 

Embora a vacinação ajude e seja um opcional para a prevenção da doença, exames preventivos não estão descartados. O de Papanicolau é fundamental para as mulheres que já iniciaram a vida sexual e deve ser seguido à risca.