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Câncer

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O câncer no cérebro é o foco da campanha Maio Cinza que busca conscientizar a população a respeito da importância do diagnóstico precoce desta doença que, em muitos casos, pode ser silenciosa e lenta. Os tumores que acometem o cérebro também podem acometer o tronco cerebral e a medula espinhal, constituindo o sistema nervoso central. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) revelam que a estimativa é que mais de 11 mil novos casos sejam rastreados a cada ano do triênio (2020 – 2022) no Brasil. Este tipo de câncer é o 10° mais frequente em mulheres e o 11° em homens.

Tem interesse em saber mais sobre o câncer cerebral e quais as formas de tratá-lo? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos.

Veja mais – Colesterol alto é fator de risco para o desenvolvimento de câncer? Saiba mais!

O que é o câncer do cérebro?

O câncer do cérebro ocorre devido ao crescimento desordenado de células anormais ou defeituosas da mesma forma como ocorre em outros órgãos. Este tipo de câncer pode ser classificado como primário ou secundário, a depender de fatores como:

  Primário: quando originado das próprias células cerebrais;

  Secundário: quando originado de células tumorais de outros órgãos que migraram posteriormente para o cérebro – como mama, rim ou pulmão. Estes são chamados de metástases e são considerados as formas mais comuns dos tumores cerebrais.

Quais os fatores de risco para o câncer do cérebro?

O surgimento do câncer cerebral pode ser de origem idiopática, sem uma causa conhecida, ou considerado multifatorial, quando vários fatores corroboram com o seu desenvolvimento. Os fatores causadores podem ser vários, desde genéticos a fatores ambientais, como hábitos alimentares e o tabagismo. Além desses, podemos pontuar também a exposição a radioatividade, presente em exames de tomografia, raio-x e radioterapia, e o contato direto com elementos químicos, como arsênio, chumbo e mercúrio, encontrados em agrotóxicos.

Pesquisas realizadas revelam que o hábito de fumar pode aumentar em até 20 vezes as chances de uma pessoa desenvolver um câncer, inclusive no cérebro.

Quais os principais sintomas do câncer cerebral?

Nosso neurocirurgião, Dr. Bruno Borlott, explica que os sintomas do câncer cerebral têm um tempo de evolução variável, mas geralmente são progressivos, tais como:

  •     Perda de força em um lado do corpo;
  •     Crises convulsivas;
  •     Dor de cabeça diária, acompanhada de náuseas e vômitos;
  •     Alteração de comportamento e humor;
  •     Confusão mental;
  •     Alterações visuais;
  • Dificuldade para se locomover.

Como é feito o diagnóstico do câncer cerebral?

Em alguns casos, o diagnóstico precoce pode proporcionar mais chances de uma maior sobrevida aos pacientes, podendo garantir também uma melhor qualidade de vida após o tratamento. Nesse sentido, ao surgimento de qualquer dos sintomas supracitados é fundamental que um especialista seja consultado. Após o diagnóstico, os principais tratamentos para o câncer cerebral podem envolver cirurgia para retirada ou biópsia do tumor, além de sessões de radioterapia e quimioterapia como complemento. Entretanto, a definição do tratamento a ser seguido é feita de acordo com o tipo de câncer e o estágio em que ele se encontra.

Medquimheo: tratamento oncológico acolhedor

Nós, da Medquimheo, oferecemos, por meio de uma equipe multidisciplinar, cuidado individualizado a cada paciente, a fim de garantir tratamento mais leve e acolhedor. Somos a clínica de oncologia capixaba que apresenta a missão de permanecer em constante evolução e ir muito além de simplesmente atender pessoas, por meio de um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

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4 dicas para aumentar a autoestima de mulheres em tratamento de câncer

Sono x câncer: importância de dormir bem durante o tratamento oncológico

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)


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Linfoma de hodgkin ou doença de hodgkin é um câncer do sangue, assim como a leucemia, mas este se origina no sistema linfático – composto por órgãos como linfonodos e tecidos – que produzem as células responsáveis pela imunidade do corpo. Nesse sentido, as células que deveriam proteger contra as bactérias e vírus, transformam-se em células malignas, conhecidas como Reed-Sternberg.

A estimativa é de que para cada ano do triênio (2020 a 2022), sejam diagnosticados 2.640 novos casos de linfoma de hodgkin no Brasil, o que corresponde a um risco previsto de 1,52 novos casos a cada 100 mil homens e de 0,95 para cada 100 mil mulheres, segundo levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Quer saber mais sobre este tipo de câncer? Então continue a leitura deste artigo!

Veja mais – Bem-estar: entenda como as emoções interferem na saúde do organismo

Quais são os fatores de risco para o linfoma de hodgkin?

Pessoas com sistema imunológico comprometido, como as que possuem o vírus HIV; pacientes que usam imunossupressores, além da predisposição hereditária, mas que  segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é um fator raro para o desenvolvimento do linfoma de hodgkin. No entanto, os casos diagnosticados demonstram que esse tipo de câncer é mais comumente desenvolvido por fatores adquiridos ao longo da vida, os quais ainda não são claros para os especialistas. A idade, também, pode ser levada em questão, visto que muitos pacientes com linfoma de hodgkin têm entre 15 e 40 anos.

Linfoma de hodgkin X Linfoma não hodgkin 

É preciso lembrar que existem dois tipos de linfoma: hodgkin e não hodgkin. O linfoma não hodgkin não tem a presença das células malignas Reed-Sternberg, além de:

  • Ser mais comum em pessoas acima de 55 anos;
  • Na maioria dos casos, podem surgir em outras partes do corpo, e não ter início na parte superior do corpo, como o linfoma de hodgkin.

Possíveis sintomas do linfoma hodgkin

Apesar de possuir algumas características que os diferenciam, os linfomas podem apresentar sintomas parecidos, a depender da localização do tumor. São eles:

  • Aparecimento de nódulos inchados e indolores no pescoço, no tórax, no abdômen ou na virilha;
  • Suores noturnos intensos, com ou sem febre;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso inexplicável;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Tosse e dificuldade para respirar;
  • Aumento do fígado ou do baço, sinais percebidos em exames mais aprofundados. 

Como diagnosticar o linfoma de hodgkin? 

A detecção do linfoma de hodgkin pode ser realizada por meio de exames a partir da queixa do paciente por algum sintoma, além das visitas periódicas, que mesmo sem apresentar possíveis sintomas, as pessoas as realizam e, assim, facilitam o rastreamento desse tipo de câncer em estágio inicial. 

O diagnóstico é obtido por meio de biópsia da região afetada, que consiste na retirada de uma pequena parte do tecido que será analisado e definido em um dos subgrupos elencados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): clássico e predomínio linfocítico nodular.

Os principais tratamentos do linfoma hodgkin

O principal tratamento do linfoma de hodgkin envolve poliquimioterapia – que é o uso de vários medicamentos para controlar o tumor; além da quimioterapia, com ou sem radioterapia associada. O tipo de tratamento e a quantidade de sessões é determinada em cada caso, a partir do estágio do tumor e idade do paciente.

#DicaMedquimheo: a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) lançou um e-book com as principais informações a respeito do linfoma de hodgkin, com tópicos que tratam desde os sintomas desse tipo de câncer a como o paciente pode lidar com as emoções e outras questões durante o tratamento. Vale a pena conferir!

Medquimheo: espaço de tratamento oncológico acolhedor

Nós, da Medquimheo, somos uma equipe multidisciplinar que oferece cuidado individualizado a cada paciente para que o tratamento seja mais leve e acolhedor. Formamos a clínica de oncologia no Espírito Santo que quer ir muito além de simplesmente atender pessoas, mas também oferecer um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

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Dia Mundial da Luta Contra o Câncer: como ser um adepto a esta batalha?

Fonte: Instituto Nacional do Câncer (Inca).


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O Dia Mundial da Luta Contra o Câncer, que marca o dia 8 de abril, busca conscientizar a população sobre os perigos e alertar para os cuidados em relação a esta doença. A data destaca a necessidade do acompanhamento médico regular e de ações que incentivem bons hábitos de saúde, como manter uma dieta nutritiva e saudável para prevenir doenças, como a obesidade, fator de risco para o câncer.

Estudos do Instituto Nacional de Câncer (INCA) registraram, nos últimos dez anos, um aumento de 20% nos casos da doença, que é a segunda causa de falecimento ao redor do mundo antes dos 70 anos. Esses dados podem crescer ainda mais devido à pandemia, que reduziu o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos para detectar tumores. 

Quer saber como ser um adepto nesta batalha? Continue lendo nosso artigo!

Veja mais – Família: como prestar apoio emocional ao paciente oncológico?

Cenário durante a pandemia do coronavírus

O câncer é uma doença tratável e que tem grandes chances de cura quando detectado nos estágios iniciais. Porém, durante a pandemia, foram realizadas pesquisas que apontam a defasagem nos cuidados com a saúde, principalmente em relação ao acompanhamento médico regular e à realização periódica de exames preventivos. Apenas no Brasil, um estudo da Latin American Cooperative Oncology Group indica que houve redução de 58% a 80% de mamografias de rastreamento e de 40% de cirurgias de mama entre 2020 e 2021.

Fatores de risco

Nossa especialista, Dra. Morgana Stelzer Rossi, reforça que a rotina de exames e consultas regulares é fundamental para a prevenção, porém, também é preciso adotar hábitos e ter atenção redobrada a outros fatores que podem facilitar o desenvolvimento de tumores,como:

  • Histórico familiar: é necessário ficar atento em casos de famílias que possuem pacientes com câncer;
  • Idade: o câncer é uma doença complexa, que pode se manifestar de formas diversas e em diferentes faixas etárias. Por isso, alguns tumores surgem ainda na infância enquanto outros aparecem apenas em idosos;
  • Infecções: agentes como vírus e bactérias podem estar ligados a tipos de câncer, como o HPV (Papilomavírus Humano), causador do câncer de colo do útero;
  • Medicamentos: o uso excessivo ou contínuo de alguns remédios pode influenciar o desenvolvimento de tumores;
  • Dieta: manter uma rotina alimentar adequada, rica em nutrientes, minerais e vitaminas, previne o desenvolvimento de cânceres e doenças como a obesidade.

Como prevenir o câncer

É essencial, para evitar o desenvolvimento do câncer, a adoção de bons hábitos de saúde ao longo da vida. Para isso, é possível:

  • Ter uma rotina de exercícios físicos regular;
  • Adotar uma dieta nutritiva;
  • Evitar o consumo de fast foods, comidas muito calóricas e muito gordurosas;
  • Moderar no consumo de bebidas alcoólicas;
  • Regular a exposição protegida ao sol.

Medquimheo: clínica oncológica com atendimento acolhedor

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Diagnóstico precoce e sua importância para tratamentos de doenças

Fonte: Instituto Nacional de Câncer.


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Diagnóstico precoce é a principal maneira de detectar doenças, inclusive o câncer, e agilizar o processo de cura ou melhora do quadro clínico. Em casos de câncer de próstata, por exemplo, diagnosticar o tumor ainda em estágios iniciais prevê 90% de chances de cura, segundo dados do Instituto Oncoguia. Nossos especialistas alertam que o diagnóstico precoce só acontece quando as pessoas se conscientizam dos cuidados que devem ser tomados em relação à saúde.

Você sabe o que deve ser feito para diagnosticar precocemente uma doença? Confira mais abaixo!

Veja também – Dia Mundial da Luta contra o Câncer: sinta-se acolhido para enfrentar essa caminhada

Como diagnosticar doenças precocemente?

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) destaca a importância da conscientização das pessoas sobre a saúde física de cada um, tendo em vista que as doenças podem se manifestar de formas diferentes em cada organismo. Por isso, reconhecer o surgimento de manchas, no caso de doenças de pele, e sintomas atípicos, e que podem ser suspeitos, é o primeiro sinal de que é preciso consultar um especialista.

Uma das maneiras de diagnosticar doenças precocemente é a realização periódica e regular dos exames preventivos. Anualmente, a recomendação é fazer o check-up geral, fundamental para este rastrear qualquer sinal interno de alteração no organismo. Além disso, é preciso ter em mente que, em casos de registro hereditário de cânceres ou outras doenças, a realização dos exames preventivos é primordial, já que esse tipo de origem é responsável por cerca de 5% a 10% dos casos, de acordo com o INCA.

Atitudes para prevenir doenças

Além do surgimento de forma hereditária, o INCA alerta que a rotina corrida também pode facilitar o surgimento de tumores ou doenças graves, por ser exaustiva, estressante e faltar tempo para cuidar da saúde da maneira correta. Fatores como o sedentarismo, cansaço, estresse constante, má alimentação e o excesso do álcool e do cigarro são considerados de risco, pois há maior possibilidade do surgimento de alguma doença.

Para prevenir e continuar uma rotina vigilante e de atenção à saúde, tanto para homens quanto para mulheres, além da realização periódica e regular de exames e rastreamentos, nossa oncologista, Dra. Carolina Conopca recomenda:

  • Ter uma alimentação equilibrada, com alimentos ricos em nutrientes, minerais e vitaminas;
  • Manter uma rotina regular e frequente de exercícios físicos;
  • Evitar a ingestão constante e excessiva de carnes vermelhas, fast foods e alimentos muito gordurosos, calóricos e processados;
  • Hidratar-se continuamente – com água, sucos ou chás;
  • Reduzir o consumo excessivo de álcool e o hábito de fumar;
  • Consultar-se periodicamente com seu médico e realizar regularmente os exames preventivos.

Impactos da pandemia em relação ao câncer

Um estudo realizado pelo Latin American Cooperative Oncology Group (LACOG) em países da América Latina, no Caribe e na Alemanha, publicado no fim de 2021, mostrou que a pandemia do coronavírus impactou negativamente o tratamento e controle de cânceres. Nestes anos em que a população precisou se proteger dentro de casa, houve diminuição dos diagnósticos devido aos poucos exames preventivos e de rastreamento realizados. Segundo o estudo, o controle e o tratamento de tumores ainda sofrerão impactos negativos pelos próximos 5 a 10 anos.

Em mais de 400 municípios do país, o levantamento indica que o câncer é a principal causa dos óbitos e que deve ser a maior causa de falecimentos até 2030 em todo o Brasil. Atento aos tumores de mama e de próstata, os mais comuns na população brasileira, o estudo aponta a redução de 58% a 80% de mamografias de rastreamento e de 40% de cirurgias de mama realizadas desde 2020.

Devido a esses impactos, é preciso ainda mais atenção aos cuidados que devem ser tomados com a saúde de nosso corpo. Por isso, continue com o uso de máscara, álcool gel e com distanciamento seguro de outras pessoas quando precisar sair de casa, porém, não deixe de se consultar regularmente com seu médico e realizar os exames preventivos. Estar em dia com sua saúde é essencial para identificar doenças e combatê-las o quanto antes.

Informativo Detecção Precoce

Se você ainda tem dúvidas sobre a detecção precoce de doenças graves e de cânceres, o INCA mantém um informativo periódico voltado para o diagnóstico precoce, principalmente dos cânceres de mama e do colo do útero, que são os que mais acometem a população feminina em todos os estados brasileiros. O Informativo Detecção Precoce é divulgado periodicamente no site do Instituto.

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer.


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dezembro 15, 2021 Câncer0

A alimentação é um dos principais pilares no desenvolvimento infantil, uma vez que, se não for adequada nesta fase, pode causar e agravar diversos problemas, como anemia, emagrecimento ou obesidade. No caso de crianças com câncer, a alimentação passa a exercer um papel ainda mais essencial, pois, além de suprir as necessidades do organismo para que o crescimento seja saudável, é responsável, também, por fornecer a energia e os nutrientes necessários para enfrentar o tratamento. 

No post de hoje, nós, do Blog da Medquimheo, reunimos informações fundamentais sobre os cuidados alimentares precisos para fortalecer e suprir as necessidades da criança com câncer. Continue lendo para ficar por dentro dessas dicas!

Veja também –  Câncer infantojuvenil: descubra os principais sintomas! 

Alimentos aliados no tratamento da criança com câncer

Nenhum alimento, por si só, fornece as calorias e nutrientes que o metabolismo exige, por isso é essencial investir em variedade. A alimentação deve ser rica em frutas, verduras e legumes, o indicado é incluir pelo menos 5 porções desses alimentos ao dia. É importante variar as cores desses alimentos, assim, mais nutrientes farão parte da dieta. 

Quanto mais natural for a alimentação, melhor. Alimentos industrializados não devem fazer parte da rotina, um ótimo começo é retirar os temperos industrializados, sucos artificiais, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, carnes processadas e refrigerantes. Fast food, doces e frituras podem ser consumidos muito esporadicamente e com moderação. Se manter hidratado é a dica número um para auxiliar e amenizar alguns dos efeitos colaterais do tratamento oncológico

“Cada organismo é único e reage ao tratamento do câncer de uma determinada maneira.  Por conta disso, é necessário que seja feita uma análise do estado nutricional de cada paciente para que sejam analisadas suas preferências e hábitos. Dessa forma, criaremos uma dieta saudável de acordo com o gosto da criança, para que tudo seja feito da forma mais agradável e confortável possível para o paciente e para família.”

-Dra. Naira Marceli Fraga Silva, nutricionista da Medquimheo.   

Cuidados com frutas, verduras e legumes

Além de ter a preocupação em escolher os alimentos mais adequados para a alimentação, a Cartilha de Orientações para o Cuidado de Crianças com Câncer, produzida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), indica algumas precauções diárias a serem feitas:

  • Escolher frutas e legumes com casca íntegra e sem partes estragadas. Alimentos com a casca machucada podem estar contaminados por fungos ou bactérias;
  • Ao consumir frutas maiores, após higienizar, partir e guardar em uma vasilha fechada, dentro da geladeira. Nunca comprar frutas já partidas;
  • Guardar as frutas após a higienização em vasilhas tampadas ou saco plástico descartável, dentro da geladeira;
  • Antes de  consumi-las lavar as frutas e verduras uma a uma em água corrente; Depois mergulhar durante 15 a 20 minutos em uma vasilha com um litro de água potável e uma colher de sopa de hipoclorito de sódio a 2% (é vendido nas farmácias/mercados). 
  • Enxaguar com água abundante.

Quais alimentos evitar na dieta da criança do câncer?

Além dos industrializados, é preciso evitar alimentos com alto risco de contaminação. Alguns tipos de câncer e a própria quimioterapia deixam o sistema imunológico enfraquecido e mais suscetível a infecções.

  • Qualquer tipo de carne crua ou mal passada deve ser evitada. O mesmo vale para o ovo, que não pode estar com a gema mole.
  • Laticínios como leite, queijo e iogurte devem passar pelo processo de pasteurização (tratamento feito pela indústria de alimentos), ou seja, laticínios caseiros não devem ser consumidos.
  • Ingerir apenas água tratada.
  • Respeitar o prazo de validade dos alimentos.
  • Armazenar todas as sobras de alimentos na geladeira. Guarde-as em potes com tampa. Se for armazenar por mais de 24h, guarde no congelador. 

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Câncer Infantil: confira os principais cuidados que devem ser adotados!

Câncer Infantojuvenil: qual é a importância do apoio psicológico? 

Fonte: Cartilha da UFMG.


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setembro 28, 2021 Câncer0

Sono de qualidade promove inúmeros benefícios para a saúde. No entanto,  noites mal dormidas e cansaço ao longo do dia são queixas comuns dos pacientes oncológicos, que tendem a apresentar quadros de insônia devido a fatores psicológicos, como estresse e ansiedade, ou em decorrência de dores e desconfortos ocasionados por determinados tratamentos do câncer, como a quimioterapia

No conteúdo de hoje, nós, do Blog da Medquimheo, explicamos a importância de dormir bem para pacientes em tratamento do câncer, além de compartilharmos dicas para te ajudar a ter noites de sono mais saudáveis. Continue a leitura para conferir!

Veja também: Quais são os riscos do paciente oncológico contrair a Covid-19?

Qual a importância do sono para o paciente oncológico?

Dormir bem durante o período de tratamento do câncer é fundamental, tendo em vista que, sem um descanso adequado, o nível de cortisol – hormônio do estresse- aumenta, o que pode, proporcionalmente, diminuir a contagem das células NK, que são essenciais para ajudar o corpo a lutar contra a doença. Além disso, dormir mal também pode gerar mais dores e desconfortos no paciente oncológico e diminuir o nível de imunidade no organismo, o que também afeta o progresso do tratamento oncológico

Dicas para paciente oncológico dormir melhor

De acordo com publicação do Instituto Vencer o Câncer, algumas atitudes simples, que podem ser adotadas diariamente, são essenciais para ajudar a pessoa com câncer a dormir melhor. Confira a seguir. 

  • 💤 É ideal tirar um cochilo curto durante o dia, que não ultrapasse uma hora, para não comprometer o sono da noite.
  • 💡 Na hora de dormir, mantenha todas as luzes apagadas e evite assistir  televisão ou utilizar celular na cama .
  • ⏰ Tente manter um horário regular de sono: ir para a cama no mesmo horário todas as noites e acordar à mesma hora pela manhã. 
  • 🤸‍♂️ Preencher o dia com atividades prazerosas e fazer exercícios físicos e refeições leves são recomendados para evitar a sonolência durante o dia, além de promoverem o sono à noite. 
  • ☕ Evite tomar café muito próximo do horário de dormir. O mais indicado é que a última xícara do dia seja depois do almoço, pois a cafeína prejudica o sono.
  • 💊 Não faça uso de medicamentos para dormir sem orientação médica.

#DicaMedquimheo: yoga é aliada do paciente oncológico!

Yoga é uma prática que equilibra o físico e o mental com objetivo de promover diversos benefícios para corpo e mente, como menos estresse, alívio da sensação constante de ansiedade, ajuda na redução de dores crônicas, entre outros. Além disso, o yoga pode diminuir a fadiga e melhorar a qualidade do sono em pacientes com câncer.

Recomendamos que converse com seu médico antes de iniciar a prática.

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Testes de Covid-19: entenda as diferenças entre os exames!

Fonte: Instituto Vencer o Câncer


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setembro 23, 2021 Câncer0

Adotar hábitos para reduzir o colesterol é benéfico não só para prevenir doenças cardiovasculares, como também é fundamental para reduzir o risco de desenvolvimento de câncer de mama e câncer de intestino. Por ser um fator de risco para o desenvolvimento de tumores, o colesterol alto deve ser controlado por meio de dieta equilibrada e rotina de exercícios físicos, além de consultas regulares a especialistas. 

Para te ajudar a entender melhor a relação entre colesterol alto e câncer, nós, do Blog da Medquimheo, preparamos este conteúdo especial, que também reúne dicas valiosas de como reduzir os níveis de colesterol no organismo. Continue a leitura para conferir. 

Veja também – Falta de vitaminas durante o câncer: entenda qual é a relação 

Qual é a relação entre colesterol alto e câncer?

De acordo com publicação do Instituto Vencer o Câncer, colesterol alto e obesidade podem desencadear alterações celulares que levam ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Esse processo de formação de tumores ocorre por haver excesso de gordura corporal, o que eleva os níveis de circulação de hormônios, como insulina, estrogênio e fatores de crescimento (IGF-1), e, como consequência,  estimula a produção celular desenfreada e inibe a apoptose – morte celular programada.

Dicas para controlar o colesterol e reduzir o risco de câncer

Ainda de acordo com o Instituto, alguns hábitos podem (e devem!) ser adotados na rotina para combater o colesterol alto e, dessa forma, reduzir os riscos de desenvolvimento de câncer. Confira as dicas a seguir: 

  • Dieta equilibrada

Ter uma dieta equilibrada, rica em fibras, legumes, frutas, verduras e oleaginosas, além de substituir carboidratos por alimentos integrais, é um dos hábitos cruciais para combater o colesterol alto. Também é recomendável evitar consumo de ultraprocessados, bebidas alcoólicas em excesso, doces e frituras. Dê preferência para ingestão de carnes magras e laticínios com níveis reduzidos de gordura.

  • Atividade física

A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a saúde do corpo como um todo. Além disso, durante as atividades, há diminuição de LDL – colesterol ruim – e aumento do nível de HDL – colesterol bom, segundo publicação do Hospital do Coração (Hcor)

  • Rastreamento

Além da dieta equilibrada aliada com a prática de atividade física, realizar consultas periódicas é fundamental. Além disso, é recomendável realizar o exame de dosagem de colesterol como estratégia de rastreamento em pacientes em torno de 30 anos com fatores de risco como tabagismo, hipertensão e histórico familiar de doença coronariana. 

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Fonte: Instituto Vencer o Câncer.


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setembro 22, 2021 CâncerCâncer de mama0

Amamentação é um tema que sempre está em alta, devido a sua importância, tanto para os bebês, quanto para as mães. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), amamentar diminui o risco de câncer de mama, uma vez que, durante o período de aleitamento, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento deste tipo de câncer caem no organismo feminino. No entanto, algumas dúvidas são muito recorrentes, principalmente, quando envolvem mulheres que já estão em tratamento do câncer, seja por quimioterapia ou outro processo.  

Para te ajudar a sanar as principais dúvidas acerca da amamentação por pacientes oncológicas, nós, do Blog da Medquimheo, em parceria com nosso mastologista, Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, preparamos este conteúdo especial. Continue a leitura para conferir. 

Veja também – Semana Mundial da Amamentação: ato pode prevenir câncer de mama

Quem faz quimioterapia pode amamentar?

Durante o período de tratamento do câncer, que pode envolver quimioterapia ou outro procedimento, como a imunoterapia, é imprescindível que a paciente oncológica converse com a equipe médica responsável por seu caso antes de iniciar a amamentação, uma vez que os medicamentos utilizados para tratar o câncer podem se misturar ao leite e, assim, afetar a saúde do bebê. Já caso a mulher seja diagnosticada com algum tumor maligno durante o aleitamento, é preciso buscar um especialista o quanto antes e redobrar os cuidados. 

Mulheres com câncer de mama podem amamentar?

Segundo estudo divulgado na National Library of Medicine, a recomendação mais comum é não amamentar, tendo em vista que boa parte dos medicamentos utilizados para tratar o câncer de mama podem suprimir a lactação, ou ser secretados no leite materno, com efeitos ainda não estudados sobre os bebês. Já para as mulheres que foram curadas do doença, a recomendação é a seguinte:

“Pacientes que retiraram uma das mamas – mastectomia – e têm a outra sem alteração podem amamentar. Já as mamas que foram operadas parcialmente podem apresentar alguma dificuldade na lactação, dependendo do tipo de cirurgia e do local de surgimento do tumor. Por isso, a recomendação é procurar um especialista antes de qualquer decisão.”

-Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, mastologista da Medquimheo. 

Amamentação diminui chances de leucemia infantil? 

Além de proteger a mãe contra o câncer de mama, a diminuição do risco de desenvolvimento de leucemia infantil também está entre os benefícios da amamentação para a saúde dos bebês. Segundo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, e divulgado no Journal of the American Medical Association (Jama) Pediatrics, o leite materno pode reduzir em até 19% o risco de desenvolvimento da doença. 

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Quais são os riscos do paciente oncológico contrair a Covid-19?

Qual a importância do hábito de lavar as mãos para a prevenção de doenças?

Fonte: Dr. Cleverson Gomes do Carmo Junior, mastologista da Medquimheo, CRM: ES 8267.


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Os riscos para pacientes oncológicos ao se contaminarem com Covid-19 se dão pelas maiores chances de complicações pela doença, visto a baixa imunidade das pessoas que tratam o câncer. Segundo um estudo de meta-análise da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), os riscos de óbitos por Covid-19 em pacientes oncológicos são de 26%, contra 2% a 3% da população geral. Nesse sentido, é fundamental que os pacientes adotem as medidas protetivas, a fim de evitar a contaminação e, consequentemente, dar continuidade ao tratamento oncológico

Para te explicar os principais cuidados que os pacientes oncológicos devem tomar para evitar a infecção pelo coronavírus, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

Veja também: Tomei a vacina da Covid-19, e agora?

🩺 Quais cuidados adotar para prevenir a contaminação pela Covid-19?

De acordo com o Instituto Oncoguia o principal cuidado para o paciente oncológico deve ser com o tratamento, que não deve ser interrompido e, qualquer decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe médica. Para além do tratamento, é preciso avaliar procedimentos cirúrgicos eletivos e adiá-los, quando possível; imunizar os pacientes com a vacina contra a Covid-19 e implementar precauções pessoais para ajudar no controle da proliferação do vírus.  

Para que os cuidados contra o coronavírus sejam estendidos para o dia a dia do paciente oncológico, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou algumas recomendações.

🏠 Ficar em casa quando não for dia de tratamento; 

🤧 Prevenir-se de contato com pessoas gripadas ou resfriadas quando sair;

💉 Vacinar-se contra a Covid-19;

🧼 Lavar as mãos com frequência e por, pelo menos, 20 segundos;

🤦🏼‍♀️ Evitar levar as mãos ao rosto, principalmente, nos olhos, nariz e boa;

🤧 Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;

📏 Manter distância segura das pessoas e evitar aperto de mão, abraços e beijos;

🎒 Evitar compartilhar objetos pessoais como toalhas, garrafas e copos, chaves e celulares;

🧴 Higienizar superfícies tocadas com frequência;

😷 Utilizar sempre a máscara, em locais públicos e com desconhecidos.

Caso apresente qualquer sintoma de Covid-19, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento seja iniciado. Quando possível, opte pelo formato de teleconsulta, para resguardar a sua segurança e do profissional que irá atendê-lo. 

#DicaMedquimheo: vacine-se! Os pacientes oncológicos fazem parte do grupo prioritário para receber os imunizantes contra a Covid-19 e, ao se vacinar, é possível evitar as formas graves da doença e dar continuidade ao tratamento de câncer.

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Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).


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Os cânceres de cabeça e pescoço atingem tumores da cavidade oral, boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago, tireoide e seios paranasais. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a doença, que apresenta alta incidência entre os brasileiros, possui sintomas que se confundem com outras patologias, o que pode configurar diagnósticos tardios e diminuir as chances de cura. Por isso, é de extrema importância realizar consultas regulares, a fim de oportunizar o diagnóstico precoce. 

Para te explicar os principais fatores de risco e sintomas do câncer de cabeça e pescoço, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

Veja também: Qual a importância das vacinas para a prevenção do câncer?

🔎 Quais são os fatores de risco para cânceres de cabeça e pescoço?

Os fatores de risco para o surgimento de cânceres de cabeça e pescoço englobam, principalmente, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas, visto que, cerca de 70% dos casos possuem esse dois fatores como causa. Evitar a infecção pelo papilomavírus (HPV) também é uma forma de prevenir a neoplasia, que, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), acomete, principalmente, a região orofaringe, que engloba a base da língua, as amídalas e a parte lateral e posterior da garganta.

🩺 Quais são os principais sintomas?

Os sintomas do câncer de cabeça e pescoço podem incluir o surgimento de nódulos, feridas que não se cicatrizam, dor de garganta persistente, dificuldades para engolir e respirar, rouquidão por mais de três semanas e alterações repentinas na voz. Outros sinais que podem indicar tumores nessas regiões são:

  • 👄 Cavidade oral: 

Manchas brancas ou vermelhas na gengiva ou na língua; inchaço da mandíbula sem causa aparente e hemorragias ou dores persistentes na boca.

  • 🗣️ Faringe:

Dificuldades para respirar ou falar; dor ao engolir, dor no pescoço ou garganta; enxaquecas frequentes; zumbido nos ouvidos e problemas de audição.

  • 👃🏽 Cavidade nasal:

Canal nasal obstruído; infecções crônicas que não respondem ao tratamento com antibióticos; sangramentos pelo nariz; dores de cabeça frequentes; inchaço nos olhos e dor persistente nos dentes superiores.

  • 👅 Glândulas salivares:

Inchaço sob o queixo ou ao redor do maxilar; dormência e dor dos músculos da face; incômodo no pescoço persistente.

Caso apresente qualquer desses sintomas, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento do possível tumor seja realizado, o que pode implicar na realização de outros exames clínicos e biópsias mais detalhadas. Para isso, durante a consulta, serão analisados históricos clínicos individuais e familiares, além de exames físicos, com avaliações da cabeça e pescoço

“Para evitar os principais fatores de risco, é necessário incluir hábitos saudáveis na rotina e manter o cartão de vacinação atualizado. É importante frisar que alguns tumores costumam ser assintomáticos na fase inicial da doença, por isso é fundamental manter as consultas periódicas em dia, a fim de aumentar as chances de cura”.  

-Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimhe.

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca).