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Hepatites virais são inflamações no fígado que podem ser provocadas por diversos fatores como remédios, uso de anabolizantes, excesso de álcool, doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. As hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Quando o diagnóstico da hepatite é tardio, há chances do desenvolvimento de câncer de fígado, que é a causa de morte de cerca de 700 mil pessoas todos os anos no mundo, enquanto, no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que são aproximadamente 10 mil óbitos anuais pela doença.

Para saber mais sobre as formas de prevenir as hepatites virais e, consequentemente, evitar o desenvolvimento do câncer de fígado, continue lendo este artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos!

Veja mais – Vacina contra Influenza: por que pacientes oncológicos devem tomar?

Qual a ligação entre hepatite e câncer de fígado?

As hepatites virais, mais especificamente dos tipos B e C, estão entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de fígado, além de outras doenças, como a cirrose, causada pelo alcoolismo e esteatose hepática não alcoólica – conhecida como gordura no fígado. As causas para o aparecimento do câncer de fígado são, na maioria das vezes, preveníveis e tratáveis, no entanto, o diagnóstico precoce é dificultado pela falta de sintomas aparentes.

Pesquisa encomendada pelo Datafolha e realizada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) com mais de 2 mil pessoas revelou que 63% dos brasileiros associam o desenvolvimento deste tipo de câncer ao consumo excessivo de álcool e 47% ao tabagismo, quando na verdade, os principais fatores de risco para o câncer de fígado incluem as hepatites virais – que apesar de perigosas, são negligenciadas. É o que aponta o estudo, visto que mais da metade dos entrevistados (60%) nunca fizeram teste para hepatite C nem para hepatite B (52%). Por outro lado, o estudo mostra que o brasileiro está vacinado para prevenir a hepatite B – a mais grave e que não tem cura -, em que duas a cada três pessoas garantem ter recebido as três doses de imunizante.

Tipos de câncer de fígado

Segundo a American Cancer Society, o câncer de fígado pode ser classificado em diferentes níveis, entre os mais comuns e mais raros. Além de outras características, como o início da doença, caracterizado como primário – quando começa no próprio órgão -, secundário ou metastático – que tem origem em outra parte do corpo e, com a evolução do tumor, pode chegar ao fígado. 

  • Carcinoma hepatocelular: é considerado o tipo mais frequente de câncer de fígado entre os adultos. Ele possui padrões diferentes de crescimento, visto que alguns começam como tumor único e outros surgem como múltiplos nódulos por todo o órgão.


  • Colangiocarcinoma intra-hepático: cerca de 10 a 20% dos cânceres que se iniciam no fígado são desse tipo, pois se caracterizam por serem tumores que se formam nas células que revestem os tubos que levam a bile a vesícula biliar.

 

  • Angiossarcoma e hemangiossarcoma: tumores raros que começam nas células que revestem os vasos sanguíneos do fígado. Pode se desenvolver por fatores externos, como exposição a materiais radioativos ou características hereditárias.

  • Hepatoblastoma: também raro, normalmente, desenvolve-se em crianças com menos de 4 anos.

Principais sintomas de câncer de fígado

Ainda segundo a pesquisa da Ibrafig, 53% dos entrevistados sabem que há uma relação entre gordura no fígado e câncer nesse órgão, mas 56% revelam que nunca fizeram exames específicos para diagnosticá-la. Isso acontece porque, na maioria dos casos, a doença possui evolução assintomática, o que dificulta a detecção em estágio inicial. Os exames mais comuns para diagnosticar o câncer de fígado incluem exames de sangue, a fim de avaliar as enzimas hepáticas, e ultrassonografia do abdome superior, mas os exames podem mudar de acordo com o quadro clínico de cada paciente.

“O tumor no fígado pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividade física e consultas regulares. Contudo, quando os sintomas começam a se manifestar, pode ser que a doença já esteja em estágio avançado, por isso, é de suma importância o diagnóstico precoce, para ter maiores chances de cura.”

– Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca).


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O Dia Mundial do Doador de Sangue foi instituído pela Assembleia Mundial da Saúde em 2005 com o intuito de agradecer aos doadores e, também, conscientizar sobre a necessidade global da doação sanguínea. A Organização das Nações Unidas enfatiza que o sangue é essencial para tratamentos e intervenções médicas e cirurgias, sejam elas urgentes ou eletivas. Nesse sentido, ser um doador regular pode ajudar a salvar a vida de várias pessoas que estão em risco clínico, inclusive os pacientes oncológicos.

Deseja saber mais detalhes de como se tornar um doador de sangue e qual a importância de doar com regularidade? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Diagnóstico precoce e sua importância para tratamentos de doenças

Qual a importância da doação de sangue?

A campanha do Dia Mundial do Doador de Sangue visa a conscientização da sociedade a respeito da necessidade de doações regulares, a fim de garantir que haja estoque para procedimentos de urgência e demais atendimentos clínicos e oncológicos. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um país deve ter de 3 a 5% de doadores, em relação ao total de habitantes. No entanto, no Brasil, o percentual chega a 1,6%, segundo dados do Ministério da Saúde. Um dos principais motivos para a queda no número de doadores implica na falta de informação da população, visto que as maiores preocupações percebidas entre os brasileiros estão em não saber a quantidade exata do material coletado e para onde ele é encaminhado, de acordo com estudo realizado pela farmacêutica Abbott.

Quem pode doar sangue?

Segundo o Ministério da Saúde, é preciso seguir algumas regras para ser um doador regular de sangue, como ter entre 16 e 69 anos e pesar mais de 50kg. Além disso, o órgão fornece outras recomendações para serem seguidas antes do procedimento. Confira quais são!

  • Estar alimentado e evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação de sangue;
  • Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas para realizar a doação;
  • Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas;
  • Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já tiverem feito o procedimento antes dos 60 anos;
  • A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para o homem e de três doações de sangue anuais para as mulheres;
  • O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres;
  • Evitar a ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.

 

“A doação de sangue não traz prejuízos para a saúde dos voluntários, pelo contrário, proporciona melhores condições para pacientes que fazem tratamento oncológico e de outras doenças. Uma doação de sangue espontânea pode ajudar a salvar até 4 vidas e, por ter um período limitado de doação por ano, é fundamental que mais pessoas se voluntariem pela causa”.

– Dra. Juliana Scatolino, hematologista da Medquimheo. 

Quais fatores podem impedir a doação de sangue?

Existem alguns fatores que podem impedir que o voluntário doe sangue, temporária ou definitivamente. Pessoas que já tiveram casos de hepatite após os 11 anos de idade, infecções como Aids, doença de chagas e malária são impedidas, permanentemente, de doar material sanguíneo. Os motivos para que a doação seja suspensa por algum tempo você pode conferir abaixo:

  • Gripe, resfriado e febre: aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas;
  • Período gestacional;
  • Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para cesariana;
  • Amamentação: até 12 meses após o parto;
  • Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em cavidade oral ou região genital impedem a doação);
  • Extração dentária: 72 horas;
  • Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses após o tratamento;
  • Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem sequelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses;
  • Transfusão de sangue: 1 ano;
  • Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina;
  • Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos 6 meses;
  • Ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses após a exposição).

#DicaMedquimheo: o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou uma cartilha com a atualização de critérios para doação de sangue relacionados à Covid-19. Acesse o material e saiba quando é seguro doar após o contato com o vírus. 

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Dia Mundial da Segurança dos Alimentos: a alimentação aliada à saúde

Células-tronco: entenda suas funções e como auxiliam em tratamentos medicinais

Fonte: Ministério da Saúde.


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O Dia Nacional de Imunização, celebrado em 9 de junho, tem como principal objetivo conscientizar a população e chamar atenção para a importância das vacinas, tanto para o indivíduo, quanto para a saúde coletiva. Manter a carteira de vacinação completa, desde a infância até a fase adulta é fundamental para evitar a propagação de doenças e, também, garantir a saúde de pacientes oncológicos durante o tratamento. Tendo em vista que o sistema imunológico de pessoas que estão em tratamento de câncer já é afetado, uma nova infecção pode atrapalhar o tratamento e deixar a saúde mais debilitada. 

Deseja saber mais sobre a campanha do Dia Nacional da Imunização e qual a importância das vacinas? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Vacina contra influenza: por que pacientes oncológicos devem tomar?

Qual a importância da imunização?

A imunização coletiva se mostra de extrema importância, principalmente, no atual cenário do Brasil, em que várias doenças voltaram a circular após a queda vacinal na sociedade. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam que, em apenas três anos, a vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola caiu de 93,1% para 71,49% no Brasil, além da vacinação contra a poliomielite, que apresentou uma queda de 84,2% para 67,7%, em 2021. A diminuição na cobertura vacinal infantil demonstra que três a cada dez crianças brasileiras não receberam as vacinas necessárias.

Nesse sentido, aderir às campanhas vacinais em todas as fases da vida auxilia na maior proteção contra diversas doenças, sejam elas infecciosas ou bacterianas. A Organização Pan-Americana da Saúde junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a Cartilha de Vacinas, que informa todas as vacinas necessárias em cada faixa etária.

Imunização em pacientes oncológicos

Pessoas que estão em tratamento oncológico possuem maior probabilidade de desenvolverem quadros de imunocomprometimento grave, independentemente da infecção. Nesses pacientes, as infecções contribuem para o risco elevado de mortalidade, visto que podem atrasar ou impedir o tratamento adequado, ou mesmo a cirurgia oncológica. Nesse contexto, as vacinas proporcionam mais benefícios que malefícios aos pacientes oncológicos. Porém, imunizantes que possuem bactérias ou vírus vivos atenuados em sua composição – como algumas vacinas contra a Covid-19 – devem ser aplicadas após análise das precauções e contraindicações, que deve ser feita entre paciente e médico especialista. 

#DicaMedquimheo:  A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica publicou um guia que trata sobre a Vacinação no Paciente Oncológico, com conteúdos que contemplam as principais dúvidas acerca do tema. Confira!

Recomendações para vacinação em pacientes oncológicos

As vacinas que possuem na fórmula o vírus inativado são essenciais para que os pacientes oncológicos estejam protegidos contra outras doenças e, consequentemente, mantenham a resposta imunológica em bom estado, para que o tratamento também seja beneficiado. As principais vacinas recomendadas são:

  • Influenza;
  • Hepatite B; 
  • Difteria;
  • Tétano;
  • Coqueluche;
  • Pólio inativada;
  • Pneumocócica conjugada 10 ou 13 valente;
  • HPV

Qual é o melhor momento para pessoas com câncer se vacinar?

Em alguns casos, o melhor momento para os pacientes oncológicos se vacinarem é antes do início do tratamento imunossupressor. Para pacientes submetidos a transplantes, o ideal é que a vacinação ocorra a partir de seis meses após o transplante.

“É importante que as pessoas completem a carteira de vacinação, visto que algumas vacinas podem ajudar até mesmo a evitar o desenvolvimento de alguns tipos de câncer. Mas, independentemente da vacina a ser administrada, a consulta com o profissional para receber orientações é imprescindível”. 

– Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.  

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Dia Mundial da Segurança dos Alimentos: a alimentação aliada à saúde 

Mastologia: conheça a importância de realizar exames preventivos

Fonte: Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).


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O Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, celebrado em 7 de junho, foi instituído pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 2018, com o objetivo de chamar a atenção e incentivar ações que ajudem a prevenir, detectar e gerenciar riscos de origem alimentar, a fim de contribuir com a segurança dos alimentos e, consequentemente, com a saúde humana. Entre os 17 objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, estão o consumo de alimentos inócuos – aqueles ausentes de contaminantes biológicos, químicos e físicos, que podem causar prejuízos à saúde, e a erradicação da fome. 

O tema da campanha deste ano, estabelecido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Paho), é “Alimentação Segura, melhor saúde”, e tem como intuito ampliar o debate a respeito do acesso a alimentos seguros e refletir sobre como uma alimentação saudável pode auxiliar no bem-estar das pessoas, dos animais e do meio ambiente.

Deseja saber mais sobre a campanha do Dia Mundial da Segurança dos Alimentos e qual a importância da segurança alimentar? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Dia Mundial da Saúde Digestiva: saiba mais sobre hábitos saudáveis!

O que são alimentos seguros?

Segurança dos alimentos é o termo utilizado para fazer referência à garantia de qualidade, desde as etapas de manipulação e preparo até o consumo, seja alimentos orgânicos ou industrializados. Nesse sentido, alimentos seguros são aqueles que, além de fornecer nutrientes, são livres de microorganismos que possam causar doenças. 

No entanto, a segurança alimentar é uma realidade distante para muitas pessoas. Dados das Nações Unidas apontam que 420 mil pessoas em todo o mundo perdem a vida após ingerir alimentos contaminados, como crianças com menos de cinco anos, que representam 40% dos casos e contabilizam 125 mil óbitos anuais.

Segurança alimentar X pacientes oncológicos 

Pacientes oncológicos devem ter cuidados redobrados com a segurança dos alimentos, visto que o tratamento de câncer pode ter como efeito colateral a baixa imunidade e vulnerabilidade para adquirir infecções. De acordo com o Manual da Alimentação Durante a Quimioterapia, desenvolvido pelo A.C.Camargo Cancer Center, é preciso seguir quatro passos fundamentais para garantir uma alimentação segura. Saiba agora quais são!

  • Lavar 

Lave as mãos e as áreas de preparo dos alimentos, além de colocá-los em solução sanitizantes, para evitar a permanência de microrganismos. Para isso, misture uma colher de sopa de água sanitária diluída em um litro de água e deixe os produtos em imersão por 20 minutos. Higienizar as compras antes de transferi-las para a dispensa também é uma boa opção!

  • Separar 

Separe os alimentos crus dos pré-prontos, como as carnes dos vegetais, visto que algumas bactérias podem se espalhar e contaminar outros alimentos. Procure sempre isolar carnes, aves, peixes, frutos do mar e ovos por meio de sacos plásticos desde o supermercado até o armazenamento final, como a geladeira. É importante, também, atentar-se a qual é o melhor local para guardar o alimento, tendo em vista o melhor ambiente para prolongar o tempo de vida dele e preservar sua qualidade.

  • Cozinhar 

Cozinhe os alimentos nas temperaturas adequadas, pois o cozimento – ou outras formas de calor – é uma prática eficaz para destruir alguns microorganismos, em especial, nos alimentos de origem animal. Sendo assim, mesmo que reservados na geladeira, as carnes e vegetais devem ser fervidos antes de serem consumidos. 

  • Esfriar

Evite deixar os alimentos preparados mais do que 2 horas em temperatura ambiente. Armazene-os adequadamente na geladeira ou freezer. Essa prática faz com que a proliferação de bactérias e fungos seja reduzida. Já para o descongelamento, devem ser usadas água fria ou geladeira, pois a temperatura ambiente deixa o alimento suscetível à contaminação.

Dicas de especialista!

Nesse sentido, a nossa nutricionista, Naira Fraga, fornece algumas dicas para que os pacientes oncológicos tenham uma alimentação segura e eficaz durante o tratamento, a fim de alcançar resultados positivos e, também, melhor qualidade de vida.

“É preciso lembrar que o plano alimentar do paciente oncológico deve conter muitas frutas e verduras. Mas, para isso é preciso cuidado com a limpeza delas, essa é uma etapa indispensável, não pode ser pulada. Caso contrário, ele só poderá consumi-las cozidas, o que pode atrapalhar a imunidade a longo prazo.”

Naira Fraga, nutricionista da Medquimheo.

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Dia Mundial Sem Tabaco: cigarro como fator de risco para o câncer

Dieta que salva: como uma alimentação equilibrada pode prevenir doenças respiratórias no outono?

Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde (Paho).


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O câncer no cérebro é o foco da campanha Maio Cinza que busca conscientizar a população a respeito da importância do diagnóstico precoce desta doença que, em muitos casos, pode ser silenciosa e lenta. Os tumores que acometem o cérebro também podem acometer o tronco cerebral e a medula espinhal, constituindo o sistema nervoso central. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) revelam que a estimativa é que mais de 11 mil novos casos sejam rastreados a cada ano do triênio (2020 – 2022) no Brasil. Este tipo de câncer é o 10° mais frequente em mulheres e o 11° em homens.

Tem interesse em saber mais sobre o câncer cerebral e quais as formas de tratá-lo? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos.

Veja mais – Colesterol alto é fator de risco para o desenvolvimento de câncer? Saiba mais!

O que é o câncer do cérebro?

O câncer do cérebro ocorre devido ao crescimento desordenado de células anormais ou defeituosas da mesma forma como ocorre em outros órgãos. Este tipo de câncer pode ser classificado como primário ou secundário, a depender de fatores como:

  Primário: quando originado das próprias células cerebrais;

  Secundário: quando originado de células tumorais de outros órgãos que migraram posteriormente para o cérebro – como mama, rim ou pulmão. Estes são chamados de metástases e são considerados as formas mais comuns dos tumores cerebrais.

Quais os fatores de risco para o câncer do cérebro?

O surgimento do câncer cerebral pode ser de origem idiopática, sem uma causa conhecida, ou considerado multifatorial, quando vários fatores corroboram com o seu desenvolvimento. Os fatores causadores podem ser vários, desde genéticos a fatores ambientais, como hábitos alimentares e o tabagismo. Além desses, podemos pontuar também a exposição a radioatividade, presente em exames de tomografia, raio-x e radioterapia, e o contato direto com elementos químicos, como arsênio, chumbo e mercúrio, encontrados em agrotóxicos.

Pesquisas realizadas revelam que o hábito de fumar pode aumentar em até 20 vezes as chances de uma pessoa desenvolver um câncer, inclusive no cérebro.

Quais os principais sintomas do câncer cerebral?

Nosso neurocirurgião, Dr. Bruno Borlott, explica que os sintomas do câncer cerebral têm um tempo de evolução variável, mas geralmente são progressivos, tais como:

  •     Perda de força em um lado do corpo;
  •     Crises convulsivas;
  •     Dor de cabeça diária, acompanhada de náuseas e vômitos;
  •     Alteração de comportamento e humor;
  •     Confusão mental;
  •     Alterações visuais;
  • Dificuldade para se locomover.

Como é feito o diagnóstico do câncer cerebral?

Em alguns casos, o diagnóstico precoce pode proporcionar mais chances de uma maior sobrevida aos pacientes, podendo garantir também uma melhor qualidade de vida após o tratamento. Nesse sentido, ao surgimento de qualquer dos sintomas supracitados é fundamental que um especialista seja consultado. Após o diagnóstico, os principais tratamentos para o câncer cerebral podem envolver cirurgia para retirada ou biópsia do tumor, além de sessões de radioterapia e quimioterapia como complemento. Entretanto, a definição do tratamento a ser seguido é feita de acordo com o tipo de câncer e o estágio em que ele se encontra.

Medquimheo: tratamento oncológico acolhedor

Nós, da Medquimheo, oferecemos, por meio de uma equipe multidisciplinar, cuidado individualizado a cada paciente, a fim de garantir tratamento mais leve e acolhedor. Somos a clínica de oncologia capixaba que apresenta a missão de permanecer em constante evolução e ir muito além de simplesmente atender pessoas, por meio de um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)


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Uma alimentação equilibrada, alinhada à prática regular de exercícios físicos, ao controle do peso e de fatores como o estresse, por exemplo, é fundamental para prevenir doenças respiratórias. Com a chegada do outono, é preciso ter atenção redobrada à dieta adotada, principalmente em casos de pacientes diagnosticados com câncer (com redução da imunidade), já que essa é uma estação caracterizada pelas temperaturas mais amenas e a baixa umidade do ar, favorecendo essas doenças.

Quer saber como manter uma alimentação equilibrada no outono? Confira mais sobre o assunto e algumas dicas abaixo!

Veja também – Dia da Saúde e Nutrição: saiba como ter uma alimentação mais saudável

Características do outono

Neste período outonal, as temperaturas ficam mais amenas, há menor umidade do ar e possibilidade de entrada de frentes frias, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Além deste cenário, também é característica do outono o aumento da incidência de algumas doenças que são transmitidas pelo ar, como resfriados e gripes, assim como crises de sinusite, rinite e outras. Por isso, nossa nutricionista, Dra. Naira Marceli Fraga Silva, alerta que manter uma alimentação equilibrada auxilia na resposta imunológica e na proteção das doenças respiratórias sazonais.

A Dra. Naira recomenda a elaboração de uma rotina de alimentação equilibrada, com alimentos da estação, já que eles recebem menos agrotóxicos, são mais saborosos e estarão mais baratos nesse período. Além disso, a nutricionista indica outros hábitos que podem auxiliar no fortalecimento do sistema imunológico:

  • Hidrate-se constantemente, muitas vezes esquecemos de beber água, principalmente nos dias com temperaturas mais amenas. Água, água de coco, chás e frutas como a laranja, melancia, uva e maçã, ou com o consumo de sucos, como o de abacaxi com hortelã, laranja, acerola e kiwi, auxiliarão na hidratação;
  • São alimentos do outono: maçã, pera, tâmara, castanhas, amêndoa, romã, laranja, limão, abóbora, cenoura, beterraba, couve de Bruxelas, alface, cebola, espinafre e ervilhas;
  • Consuma alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, kiwi, abacaxi, romã e mamão;
  • Não esqueça de tomar sol pela manhã e ao final da tarde;
  • Modere a ingestão de carnes vermelhas, fast foods e alimentos processados;
  • Elabore seu prato com vegetais variados (vermelhos/arroxeados, amarelos/alaranjados, brancos e verdes), reforce com raízes/tubérculos (como cenoura, rabanete, beterraba, batata doce ou cará) e complete a refeição com carboidratos e proteínas (como o arroz com feijão);
  • Sopas ou caldos devem ser espessos e não esqueça de incluir vegetais.

Porém, além da alimentação equilibrada, é preciso também adequar alguns hábitos para evitar o desenvolvimento de alergias ou doenças respiratórias durante o outono. Confira algumas dicas: 

  • Mantenha os ambientes arejados e livres de ácaros, com a lavagem regular de cobertas, colchas e tapetes;
  • Lave as mãos constantemente, pois, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, manter este hábito reduz em até 40% o risco de contrair doenças como a gripe;
  • Mantenha uma rotina regular de exercícios;
  • Consulte-se periodicamente com seu médico e realize os exames preventivos;
  • Vacine-se anualmente contra a gripe.

Importância da vacina contra a gripe

Com a chegada do outono, o Ministério da Saúde se programa para distribuir, em todo o país, a vacina contra a gripe, devido às mudanças de tempo características da estação. Em 2022, a partir de 4 de abril, aproximadamente 80 milhões de doses estarão disponíveis para o público-alvo, que são:

  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Trabalhadores da área da saúde;
  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade;
  • Gestantes e puérperas;
  • Professores;
  • Pessoas com comorbidades e deficiências permanentes;
  • Caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros – urbano e de longo curso – e trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema prisional, forças de segurança e salvamento, e as Forças Armadas;
  • População privada de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas.

Disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra a Influenza é produzida pelo Instituto Butantan e é eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 (mais recente) e a tipo B. O Dia D, que caracteriza o dia de mobilização nacional para imunizar a população, está previsto para acontecer no dia 30 de abril.

Medquimheo: clínica oncológica com atendimento acolhedor

Aqui, na Medquimheo, nossa equipe multidisciplinar oferece cuidado individualizado a cada paciente para que o tratamento seja mais leve e acolhedor. Somos a clínica de oncologia no Espírito Santo que apresenta a missão de permanecer em constante evolução e ir muito além de simplesmente atender pessoas, por meio de um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer.


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janeiro 19, 2022 Dicas0

A campanha Janeiro Branco tem como objetivo uma maior visibilidade para assuntos relacionados à Saúde Mental, como, por exemplo, a prevenção de transtornos psiquiátricos, como ansiedade e a depressão, tendo em vista que o tabu ao redor dessas questões, infelizmente, ainda é grande na sociedade. Uma pesquisa divulgada pela revista The Lancet revelou aumento de 28% de casos de depressão no mundo. Diante desse cenário, é preciso que as pessoas tenham consciência de que, além do acompanhamento e tratamento psicológico, é de extrema importância adotar hábitos na rotina que possam ajudar a manter a saúde emocional estável.

 No post de hoje, nós, do Blog Medquimheo, reunimos em uma lista com 5 dicas de hábitos que vão te ajudar a cuidar da sua saúde mental. Continue a leitura para conferir!

Veja também: 4 dicas para combater o estresse e viver com mais tranquilidade

Atividade física ajuda a cuidar da saúde mental?

Segundo um estudo da UFMG, a saúde mental vai além dos transtornos psicológicos, como ansiedade e depressão, e abarca a saúde como um todo. Diante desse contexto, a pesquisa reforça que a prática regular de atividade física melhora a capacidade cognitiva, diminui os níveis de ansiedade, alivia a tensão e o estresse, melhora o estado de humor, aumenta a resistência física e mental, ajuda o praticante a dormir melhor, além de potencializar o sistema imunológico.

Alimentação: qual o impacto na saúde mental?

De acordo com um artigo publicado pelo Hospital Santa Mônica, existe uma ligação direta entre alimentação e saúde mental, e a nutrição, tem sim, influência na incidência de distúrbios neurológicos e psiquiátricos. O estudo também mostra que baixos níveis de niacina, vitamina que desempenha importante papel no metabolismo energético celular e na reparação do DNA, estão relacionados com quadros de demência, e, além disso, pouco ácido fólico pode ocasionar malformações neurais em fetos e depressão em adultos.

Hábitos que podem te ajudar a ter mais saúde mental

Uma boa noite de sono é uma aliada essencial para diminuir o cansaço mental e aumentar a disposição durante o dia. Entretanto, para pessoas que sofrem de ansiedade, muitas vezes é difícil conseguir dormir uma noite inteira sem interrupções, tendo em vista a insônia causada pelo transtorno. Além desta, outras atitudes podem te ajudar a conquistar mais saúde mental. Confira a lista abaixo: 

1 – Pratique atividades físicas regularmente

A prática regular de atividades físicas gera a sensação de bem-estar e aumenta a disposição e energia do indivíduo. Atividades como caminhada, corrida ou pedalar são indicadas para uma saúde mental mais estável. É importante que cada pessoa procure o médico, para que seja indicada a atividade física mais recomendada para ela.

2 – Consulte um nutricionista e mantenha uma dieta saudável

É importante ressaltar que, de forma alguma, uma alimentação saudável substitui a psicoterapia, ou o acompanhamento psicológico de modo geral. Tanto a dieta, como a prática de exercícios, assim como qualquer outro hábito adotado, são complementares e igualmente essenciais para promover, mais bem-estar e qualidade de vida. Dessa forma, tendo em vista que cada organismo funciona de uma determinada maneira, é preciso consultar um profissional que avalie, de forma responsável, qual é a dieta e alimentos mais adequados.

3 – Fortaleça os laços entre família e amigos

Tendo em vista que, muitas vezes, não conseguimos controlar e filtrar nossos pensamentos, é comum que pessoas que sofrem com transtornos como ansiedade e depressão, sintam-se sozinhas, mesmo que não estejam, o que aumenta a vontade de se isolar de todos. Por isso, se sentir amado e valorizado é essencial para nos sentirmos bem. Dessa forma, reforçar os laços e convívio com aqueles que amamos, sejam amigos ou familiares, é essencial para a saúde mental

4 – Priorize seu lazer e bem-estar

Muitas pessoas associam lazer a atividades arriscadas e aventuras, como, por exemplo, ir ao parque de diversões. Entretanto, lazer é tudo aquilo que te faz feliz e faz você sentir prazer, seja ler um bom livro, ouvir músicas, ou até mesmo assistir um filme. Sendo assim, torne seu prazer uma prioridade em sua rotina, a fim de se sentir bem consigo mesmo e aumentar seu bem-estar.

5 – Busque ajuda profissional

O acompanhamento psicológico é fundamental para o cuidado com a saúde mental. Além de auxiliar no tratamento de transtornos psiquiátricos, o psicólogo também auxilia na busca por maior autoconhecimento, o que promove melhores estratégias para lidar com as questões do dia a dia.

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Fonte: Campanha Janeiro Branco.


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janeiro 14, 2022 Dicas0

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, é de extrema importância que as pessoas permaneçam atentas à alimentação, com uma dieta leve e saudável, além de beber ainda mais água e sucos naturais. De acordo com dados do DataSUS, o primeiro trimestre do ano, entre janeiro e março, concentra 30% das internações por desidratação na rede pública de São Paulo, sendo as crianças e os idosos a maioria dos pacientes.  Dessa forma, alguns cuidados dever ser redobrados durante essa época. 

Para te ajudar a se manter hidratado neste verão, nós, do Blog Medquimheo, reunimos algumas dicas de hábitos saudáveis e necessários para aproveitar essa estação em segurança e com a saúde em dia. Confira! 

Veja também – Prática de exercícios físicos no verão: quais cuidados adotar? 

Sintomas da desidratação 

O risco de desidratação se torna ainda maior durante o verão para crianças e idosos, por isso, é necessário permanecer atento. De acordo com a Associação de Mant de Beneficiários da Petros (AMBEP), o normal é que o ser humano perca, em média, 2,5 litros de água por dia, por meio da urina, transpiração, fezes e até mesmo pela respiração. Entretanto, sede excessiva, muito tempo sem urinar, secura na boca e mucosas, olhos mais fundos e ressecados são sinais de desidratação. Caso você ou algum conhecido apresente algum desses sintomas, procure um médico especialista.

Como prevenir a desidratação? 

1 – Beba bastante água

Por mais que pareça redundante, muitas pessoas, por conta da correria em nosso dia a dia, esquecem de tomar água. Por isso, uma das vantagens da tecnologia que nos cerca hoje é que existem aplicativos destinados a enviar alertas para lembrar os usuários a beberem água. Confira alguns indicados pela TechTudo.

2 – Fique atento à cor da sua urina  

Um dos sinais que o seu corpo promove quando está desidratado é a cor da urina. Tonalidades mais escuras e amareladas indicam desidratação. Por isso, mantenha-se atento!

3 – Use roupas leves

Opte por roupas claras e leves quando for sair ao ar livre, uma vez que elas diminuem a retenção de calor do corpo. 

4 – Alimente-se de forma apropriada

Durante esta estação de temperaturas mais altas, mantenha uma dieta leve, com cardápios mais variados e saudáveis. Consuma alimentos ricos em água, como berinjela, couve-flor e tomate, entre outros. As frutas também são grandes aliadas, opte por melancia, laranja, morango, melão e pera, tendo em vista que esses alimentos auxiliam na hidratação do organismo.

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Protetor Solar: como escolher o ideal para se proteger do câncer da pele?  

Alimentação para crianças diagnosticadas com câncer

 

Fonte: AMBEP (Associação de Mant de Beneficiários da Petros)


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outubro 4, 2021 Dicas0

Estresse  é  uma resposta do organismo a determinados estímulos que representam circunstâncias ameaçadoras,  ou seja,  situações corriqueiras do dia a dia, como uma discussão no trabalho ou um imprevisto.  Segundo o relatório global de emoções feito pela Gallup,  empresa americana especializada em pesquisa de opinião, 2020 bateu recorde no nível de estresse entre cidadãos. O levantamento, feito com mais de 160 mil adultos em 116 países, afirma que o ano da pandemia foi o mais estressante dos últimos quinze anos.

 Para te ajudar a entender mais sobre as causas, sintomas, tipos e como controlar o estresse, nós, do Blog da Medquimheo, reunimos, neste conteúdo, informações, pesquisas e quatro dicas essenciais para incluir em sua rotina. Continue lendo para conferir!

Veja também:  Dicas para manter a qualidade de vida e a saúde mental na quarentena

Quais são as principais causas e sintomas do estresse?

Nossas relações sociais, as pessoas com quem convivemos e os ambientes aos quais frequentamos diariamente tem impacto direto no nosso bem-estar. Entre as principais causas do estresse, estão: conflitos no ambiente familiar, dificuldades financeiras, problemas de saúde na família, dificuldades no trabalho ou a falta dele e relacionamentos tóxicos, conforme aponta um artigo publicado no Portal de Notícias G1.

É importante destacar que o estresse afeta tanto a saúde mental, quanto a saúde física. Além de haver a possibilidade de desencadear diversos transtornos psiquiátricos, como ansiedade, síndrome do pânico, depressão e até mesmo esquizofrenia, estão entre os sintomas do estresse, a hipertensão, insônia, imunidade baixa e problemas digestivos, conforme afirma estudo da UniCardio. 

Entenda os diferentes tipos de estresse

  Estresse Agudo

Esse é o tipo de estresse mais comum. Ocorre, geralmente, em episódios isolados, com o recebimento de uma notícia inesperada e/ou ruim, briga ou acidente. Por se tratar de episódios isolados, não têm efeito permanente no organismo. Em casos de trauma mais graves, como  assalto, há o risco de desenvolvimento de um quadro psiquiátrico chamado de transtorno de estresse pós-traumático. Apesar disso, o estresse agudo pode ser considerado, até certo ponto, saudável, pois ensina o indivíduo a como reagir em situações estressantes futuras.

      Estresse Agudo Episódico

Ocorre quando há uma repetição frequente do estresse agudo, por exemplo, quando a pessoa tem crises nervosas todos os dias. Nesses casos, não se tratam mais de episódios isolados. Acontece, em grande parte, com pessoas mais pessimistas, que estão sempre em estado de alerta, na espera do pior. Desse modo, a pessoa fica ansiosa e tensa sem motivos aparentes. A autocobrança e o perfeccionismo também contribuem para este quadro, uma vez que o indivíduo passa a ficar irritado consigo mesmo e com o ambiente ao seu redor.

      Estresse Crônico

Estresse constante, persistente, que permanece por longos períodos de tempo. Geralmente é causado por alguma situação traumática, que foi internalizado e os reflexos permanecem presentes na pessoa. Afeta diversos aspectos psicológicos do indivíduo. Assim como no estresse agudo episódico, quem sofre de estresse crônico se acostuma com o sentimento.

 Como controlar o estresse?

Agora que você já sabe as principais causas, tipos e consequências do estresse, reunimos 4 dicas para te ajudar a controlá-lo, e assim, ter uma vida mais tranquila e saudável.

1️⃣ – Praticar atividade física

A atividade física é uma grande aliada quando o assunto é controle do estresse. Além de melhorar a saúde de modo geral, o exercício gera a sensação de bem-estar e aumenta a disposição e energia de quem o pratica. Isso acontece porque, quando praticamos exercícios, aumentamos a produção dos neurotransmissores de bem-estar do cérebro – as endorfinas. Caminhar, correr ou pedalar são atividades recomendadas para uma saúde mental mais estável.

2️⃣ – Ler

A leitura é essencial para relaxar a mente e esquecer dos problemas. Somente o ato de parar, sentar no sofá e ler um livro já é, por si só, relaxante. Mas não é só isso! A leitura provoca o equilíbrio entre o cérebro e os pensamentos, pois quando lemos, o nosso corpo exige maior concentração da área da visão para interpretar o que está sendo lido, isso relaxa a tensão dos demais músculos. Além disso, ler faz a pessoa se desligar dos outros sentidos físicos, o que provoca descanso mental e alívio das preocupações. 

3️⃣ – Ter uma alimentação saudável

Uma alimentação saudável, além de fazer o organismo funcionar melhor, melhora o humor e afasta o estresse. Estudos mostram que quando temos a presença de uma variedade de alimentos, principalmente naturais, consumimos várias fontes de fibras, vitaminas e minerais que, quando entram no organismo, produzem hormônios que estão ligados ao prazer e à satisfação, o que proporciona sensação de bem-estar. Dessa forma, nossa dica é que invista em saladas, legumes, frutas e vegetais! 

4️⃣ – Tirar um tempo para o lazer

O lazer é indispensável para qualidade de vida. Tirar um tempo para si mesmo, para fazer algo que gosta e que te traz prazer, como dançar, ouvir músicas, assistir filmes, entre outros, são atividades de autocuidado importantes para sair do modo automático e eliminar a pressão de precisar ser produtivo o tempo todo. Pesquisas apontam que pessoas com mais tempo livre e/ou que o utilizam melhor sentem menos impactos do estresse diário. Ao quebrar a rotina, descansar e liberar hormônios do prazer e da felicidade, como dopamina e ocitocina, há uma melhora considerável nos níveis de estresse.

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Como praticar atividade física durante o isolamento?

Saiba como ter uma alimentação mais saudável

 

Fonte: Estudo da UniCardio


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Os riscos para pacientes oncológicos ao se contaminarem com Covid-19 se dão pelas maiores chances de complicações pela doença, visto a baixa imunidade das pessoas que tratam o câncer. Segundo um estudo de meta-análise da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), os riscos de óbitos por Covid-19 em pacientes oncológicos são de 26%, contra 2% a 3% da população geral. Nesse sentido, é fundamental que os pacientes adotem as medidas protetivas, a fim de evitar a contaminação e, consequentemente, dar continuidade ao tratamento oncológico

Para te explicar os principais cuidados que os pacientes oncológicos devem tomar para evitar a infecção pelo coronavírus, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

Veja também: Tomei a vacina da Covid-19, e agora?

🩺 Quais cuidados adotar para prevenir a contaminação pela Covid-19?

De acordo com o Instituto Oncoguia o principal cuidado para o paciente oncológico deve ser com o tratamento, que não deve ser interrompido e, qualquer decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe médica. Para além do tratamento, é preciso avaliar procedimentos cirúrgicos eletivos e adiá-los, quando possível; imunizar os pacientes com a vacina contra a Covid-19 e implementar precauções pessoais para ajudar no controle da proliferação do vírus.  

Para que os cuidados contra o coronavírus sejam estendidos para o dia a dia do paciente oncológico, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou algumas recomendações.

🏠 Ficar em casa quando não for dia de tratamento; 

🤧 Prevenir-se de contato com pessoas gripadas ou resfriadas quando sair;

💉 Vacinar-se contra a Covid-19;

🧼 Lavar as mãos com frequência e por, pelo menos, 20 segundos;

🤦🏼‍♀️ Evitar levar as mãos ao rosto, principalmente, nos olhos, nariz e boa;

🤧 Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;

📏 Manter distância segura das pessoas e evitar aperto de mão, abraços e beijos;

🎒 Evitar compartilhar objetos pessoais como toalhas, garrafas e copos, chaves e celulares;

🧴 Higienizar superfícies tocadas com frequência;

😷 Utilizar sempre a máscara, em locais públicos e com desconhecidos.

Caso apresente qualquer sintoma de Covid-19, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento seja iniciado. Quando possível, opte pelo formato de teleconsulta, para resguardar a sua segurança e do profissional que irá atendê-lo. 

#DicaMedquimheo: vacine-se! Os pacientes oncológicos fazem parte do grupo prioritário para receber os imunizantes contra a Covid-19 e, ao se vacinar, é possível evitar as formas graves da doença e dar continuidade ao tratamento de câncer.

💡 Conheça nosso blog!

Aqui em nosso Blog sempre encontrará materiais relevantes para mais saúde e qualidade de vida. Confira outros conteúdos que podem ser de seu interesse:

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Testes de Covid-19: entenda as diferenças entre os exames!

Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).