BLOG

Acompanhe dicas de saúde, nutrição e bem-estar em nosso Blog.

Linfoma de Hodking

shutterstock_1777311746.jpg

Linfoma de hodgkin ou doença de hodgkin é um câncer do sangue, assim como a leucemia, mas este se origina no sistema linfático – composto por órgãos como linfonodos e tecidos – que produzem as células responsáveis pela imunidade do corpo. Nesse sentido, as células que deveriam proteger contra as bactérias e vírus, transformam-se em células malignas, conhecidas como Reed-Sternberg.

A estimativa é de que para cada ano do triênio (2020 a 2022), sejam diagnosticados 2.640 novos casos de linfoma de hodgkin no Brasil, o que corresponde a um risco previsto de 1,52 novos casos a cada 100 mil homens e de 0,95 para cada 100 mil mulheres, segundo levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Quer saber mais sobre este tipo de câncer? Então continue a leitura deste artigo!

Veja mais – Bem-estar: entenda como as emoções interferem na saúde do organismo

Quais são os fatores de risco para o linfoma de hodgkin?

Pessoas com sistema imunológico comprometido, como as que possuem o vírus HIV; pacientes que usam imunossupressores, além da predisposição hereditária, mas que  segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é um fator raro para o desenvolvimento do linfoma de hodgkin. No entanto, os casos diagnosticados demonstram que esse tipo de câncer é mais comumente desenvolvido por fatores adquiridos ao longo da vida, os quais ainda não são claros para os especialistas. A idade, também, pode ser levada em questão, visto que muitos pacientes com linfoma de hodgkin têm entre 15 e 40 anos.

Linfoma de hodgkin X Linfoma não hodgkin 

É preciso lembrar que existem dois tipos de linfoma: hodgkin e não hodgkin. O linfoma não hodgkin não tem a presença das células malignas Reed-Sternberg, além de:

  • Ser mais comum em pessoas acima de 55 anos;
  • Na maioria dos casos, podem surgir em outras partes do corpo, e não ter início na parte superior do corpo, como o linfoma de hodgkin.

Possíveis sintomas do linfoma hodgkin

Apesar de possuir algumas características que os diferenciam, os linfomas podem apresentar sintomas parecidos, a depender da localização do tumor. São eles:

  • Aparecimento de nódulos inchados e indolores no pescoço, no tórax, no abdômen ou na virilha;
  • Suores noturnos intensos, com ou sem febre;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso inexplicável;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Tosse e dificuldade para respirar;
  • Aumento do fígado ou do baço, sinais percebidos em exames mais aprofundados. 

Como diagnosticar o linfoma de hodgkin? 

A detecção do linfoma de hodgkin pode ser realizada por meio de exames a partir da queixa do paciente por algum sintoma, além das visitas periódicas, que mesmo sem apresentar possíveis sintomas, as pessoas as realizam e, assim, facilitam o rastreamento desse tipo de câncer em estágio inicial. 

O diagnóstico é obtido por meio de biópsia da região afetada, que consiste na retirada de uma pequena parte do tecido que será analisado e definido em um dos subgrupos elencados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): clássico e predomínio linfocítico nodular.

Os principais tratamentos do linfoma hodgkin

O principal tratamento do linfoma de hodgkin envolve poliquimioterapia – que é o uso de vários medicamentos para controlar o tumor; além da quimioterapia, com ou sem radioterapia associada. O tipo de tratamento e a quantidade de sessões é determinada em cada caso, a partir do estágio do tumor e idade do paciente.

#DicaMedquimheo: a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) lançou um e-book com as principais informações a respeito do linfoma de hodgkin, com tópicos que tratam desde os sintomas desse tipo de câncer a como o paciente pode lidar com as emoções e outras questões durante o tratamento. Vale a pena conferir!

Medquimheo: espaço de tratamento oncológico acolhedor

Nós, da Medquimheo, somos uma equipe multidisciplinar que oferece cuidado individualizado a cada paciente para que o tratamento seja mais leve e acolhedor. Formamos a clínica de oncologia no Espírito Santo que quer ir muito além de simplesmente atender pessoas, mas também oferecer um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

Conheça o Blog da Medquimheo

Nosso blog é repleto de posts para te manter sempre bem informado e atualizado. Veja mais conteúdos que podem te interessar:

Centro de infusão e terapia imunobiológica: inovação no tratamento de doenças

Dia Mundial da Luta Contra o Câncer: como ser um adepto a esta batalha?

Fonte: Instituto Nacional do Câncer (Inca).


Agosto-Verde-Claro.jpg

A conscientização e a prevenção do linfoma são pautadas neste mês, com a campanha nacional do Agosto Verde Claro. O linfoma é um tipo de câncer que inicia nas células do sistema linfático. O linfoma de hodgkin pode ter início em qualquer lugar do corpo, mas acontece com mais frequência nos gânglios linfáticos, especialmente no tórax, pescoço e axilas. O linfoma não hodgkin acomete com mais frequência adultos – inicia geralmente gânglios e tecidos linfáticos, mas também pode atingir a pele, com o linfoma da pele, por exemplo.

As principais diferenças estão nas características malignas das células, que podem ser identificadas após biópsia e análise de um especialista.

Importância do diagnóstico precoce do linfoma

Como acontece com qualquer tipo de câncer, o linfoma quando descoberto em sua fase inicial, possui uma taxa de resposta muito maior e positiva ao tratamento. É importante ficar atento às alterações do corpo e o aparecimento dos sinais.

Quais são os sintomas do linfoma de hodgkin?

  • Aumento dos linfonodos, sem motivo aparente;
  • Suor excessivo durante à noite;
  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Coceira;
  • Sensação de cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Tosse e dificuldade em respirar podem ocorrer, quando o tórax é afetado.

E os sinais do linfoma não hodgkin, quais são?

  • Aumento dos linfonodos;
  • Inchaço na região do abdômen;
  • Pressão no peito;
  • Hematomas ou hemorragias;
  • Calafrios;
  • Perda de peso;
  • Infecções frequentes;
  • Febre;
  • Sudorese noturna;
  • Coceira pode ocorrer nos casos de linfoma na pele;
  • Na região do cérebro, o linfoma pode gerar dores constantes de cabeça e até causar convulsões.

Tratamento do linfoma

Cada tipo precisará ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento do linfoma. Quimioterapia, transplante de medula, imunoterapia e radioterapia são algumas das opções.

Prevenção do linfoma

Parte da prevenção do linfoma está com os hábitos e estilos de vida. Opte por uma vida mais saudável, guiada por uma alimentação saudável e com a prática de exercícios físicos.

Apoie o Agosto Verde Claro você também

Nós, da Medquimheo, apoiamos a causa do Agosto Verde Claro. Compartilhe essa informação com amigos e familiares e vamos, juntos, na luta contra o câncer!

Dicas extras Medquimheo

Se você gostou deste material, sugerimos a leitura de outros que também podem te interessar:

Linfoma é o 2º tipo de câncer que mais atinge jovens

Dica da nutri sobre alimentação para doador de medula óssea

Imunoterapia: saiba o que é

Até o próximo post!

Fonte: Dra. Carolina Conopca – oncologista clínica – CRM: 11.130



Profissionais da saúde promovem, no próximo dia 15, o Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas. O termo Linfoma se refere ao câncer que surge nos tecidos linfáticos, tais como os linfonodos, fígado, baço e medula óssea e pode atingir pessoas de qualquer idade.
O problema se inicia quando um linfócito – um tipo de glóbulo branco presente no sangue – se transforma de uma célula normal, em uma célula maligna. Essas células “doentes” podem se disseminar e provocar a formação de tumores em diversas partes do corpo. Existem dois tipos principais: o Linfoma de Hodking e Linfoma não Hodking. Uma das primeiras manifestações da doença é o aumento do volume dos gânglios linfáticos, principalmente, os do pescoço, axilas, virilha e tórax.

Sintomas

O surgimento de ínguas (sem motivos específicos), emagrecimento rápido, febre diária, principalmente, à tarde e à noite, coceira e sudorese noturna, são sinais de alerta. Falta de ar e tosse também podem acontecer.

Diagnóstico

O exame principal para confirmação do diagnóstico é a biópsia do linfonodo. É ela que confirma o tipo histológico do linfoma, ou seja, “qual o tipo de célula adoeceu”.
Exames de sangue e da medula óssea, radiografias, tomografias computadorizadas, e, mais recentemente, o PET-CT, um exame de imagem que mistura as técnicas de tomografia e cintilografia são essenciais para avaliar a extensão da doença.

Tratamento

Evelyne Monteiro Silva, hematologista da Medquimheo, explica que a escolha da melhor opção de tratamento depende do tipo histológico e da extensão (estágio) da doença. Radioterapia, Quimioterapia, Terapia Alvo e Transplante de Células Tronco Hematológicas (Transplante de Medula) são as principais opções, e podem ser utilizadas isoladamente ou em terapias combinadas.
O objetivo do Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas é alertar a população sobre os sintomas, para que procurem orientação médica ainda no estágio inicial da doença. De acordo com dados da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura em até 90%.


setembro 9, 2013 DicasLinfoma de Hodking0

Profissionais da saúde promovem, no próximo dia 15, o Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas. O termo Linfoma se refere ao câncer que surge nos tecidos linfáticos, tais como os linfonodos, fígado, baço e medula óssea. Pode atingir pessoas de qualquer idade.

O problema se inicia quando um linfócito – um tipo de glóbulo branco presente no sangue – se transforma de uma célula normal, em uma célula maligna. Essas células “doentes” podem se disseminar e provocar a formação de tumores em diversas partes do corpo.

Existem dois tipos principais: o Linfoma de Hodking e Linfoma não Hodking.

Uma das primeiras manifestações da doença é o aumento do volume dos gânglios linfáticos, principalmente, os do pescoço, axilas, virilha e tórax.

Sintomas
O surgimento de ínguas (sem motivos específicos), emagrecimento rápido, febre diária, principalmente, à tarde e à noite, coceira e sudorese noturna, são sinais de alerta. Falta de ar e tosse também podem acontecer.

Diagnóstico
O exame principal para confirmação do diagnóstico é a biópsia do linfonodo.

É ela que confirma o tipo histológico do linfoma, ou seja, “qual o tipo de célula adoeceu”.

Exames de sangue e da medula óssea, radiografias, tomografias computadorizadas, e, mais recentemente, o PET-CT, um exame de imagem que mistura as técnicas de tomografia e cintilografia são essenciais para avaliar a extensão da doença.

Tratamento
Evelyne Monteiro Silva, hematologista da Medquimheo, explica que a escolha da melhor opção de tratamento depende do tipo histológico e da extensão (estágio) da doença.

Radioterapia, Quimioterapia, Terapia Alvo e Transplante de Células Tronco Hematológicas (Transplante de Medula) são as principais opções, e podem ser utilizadas isoladamente ou em terapias combinadas.

O objetivo do Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas é alertar a população sobre os sintomas, para que procurem orientação médica ainda no estágio inicial da doença. De acordo com dados da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura em até 90%.