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O Dia Nacional de Imunização, celebrado em 9 de junho, tem como principal objetivo conscientizar a população e chamar atenção para a importância das vacinas, tanto para o indivíduo, quanto para a saúde coletiva. Manter a carteira de vacinação completa, desde a infância até a fase adulta é fundamental para evitar a propagação de doenças e, também, garantir a saúde de pacientes oncológicos durante o tratamento. Tendo em vista que o sistema imunológico de pessoas que estão em tratamento de câncer já é afetado, uma nova infecção pode atrapalhar o tratamento e deixar a saúde mais debilitada. 

Deseja saber mais sobre a campanha do Dia Nacional da Imunização e qual a importância das vacinas? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Vacina contra influenza: por que pacientes oncológicos devem tomar?

Qual a importância da imunização?

A imunização coletiva se mostra de extrema importância, principalmente, no atual cenário do Brasil, em que várias doenças voltaram a circular após a queda vacinal na sociedade. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam que, em apenas três anos, a vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola caiu de 93,1% para 71,49% no Brasil, além da vacinação contra a poliomielite, que apresentou uma queda de 84,2% para 67,7%, em 2021. A diminuição na cobertura vacinal infantil demonstra que três a cada dez crianças brasileiras não receberam as vacinas necessárias.

Nesse sentido, aderir às campanhas vacinais em todas as fases da vida auxilia na maior proteção contra diversas doenças, sejam elas infecciosas ou bacterianas. A Organização Pan-Americana da Saúde junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a Cartilha de Vacinas, que informa todas as vacinas necessárias em cada faixa etária.

Imunização em pacientes oncológicos

Pessoas que estão em tratamento oncológico possuem maior probabilidade de desenvolverem quadros de imunocomprometimento grave, independentemente da infecção. Nesses pacientes, as infecções contribuem para o risco elevado de mortalidade, visto que podem atrasar ou impedir o tratamento adequado, ou mesmo a cirurgia oncológica. Nesse contexto, as vacinas proporcionam mais benefícios que malefícios aos pacientes oncológicos. Porém, imunizantes que possuem bactérias ou vírus vivos atenuados em sua composição – como algumas vacinas contra a Covid-19 – devem ser aplicadas após análise das precauções e contraindicações, que deve ser feita entre paciente e médico especialista. 

#DicaMedquimheo:  A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica publicou um guia que trata sobre a Vacinação no Paciente Oncológico, com conteúdos que contemplam as principais dúvidas acerca do tema. Confira!

Recomendações para vacinação em pacientes oncológicos

As vacinas que possuem na fórmula o vírus inativado são essenciais para que os pacientes oncológicos estejam protegidos contra outras doenças e, consequentemente, mantenham a resposta imunológica em bom estado, para que o tratamento também seja beneficiado. As principais vacinas recomendadas são:

  • Influenza;
  • Hepatite B; 
  • Difteria;
  • Tétano;
  • Coqueluche;
  • Pólio inativada;
  • Pneumocócica conjugada 10 ou 13 valente;
  • HPV

Qual é o melhor momento para pessoas com câncer se vacinar?

Em alguns casos, o melhor momento para os pacientes oncológicos se vacinarem é antes do início do tratamento imunossupressor. Para pacientes submetidos a transplantes, o ideal é que a vacinação ocorra a partir de seis meses após o transplante.

“É importante que as pessoas completem a carteira de vacinação, visto que algumas vacinas podem ajudar até mesmo a evitar o desenvolvimento de alguns tipos de câncer. Mas, independentemente da vacina a ser administrada, a consulta com o profissional para receber orientações é imprescindível”. 

– Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.  

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Dia Mundial da Segurança dos Alimentos: a alimentação aliada à saúde 

Mastologia: conheça a importância de realizar exames preventivos

Fonte: Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).


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O Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, celebrado em 7 de junho, foi instituído pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 2018, com o objetivo de chamar a atenção e incentivar ações que ajudem a prevenir, detectar e gerenciar riscos de origem alimentar, a fim de contribuir com a segurança dos alimentos e, consequentemente, com a saúde humana. Entre os 17 objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, estão o consumo de alimentos inócuos – aqueles ausentes de contaminantes biológicos, químicos e físicos, que podem causar prejuízos à saúde, e a erradicação da fome. 

O tema da campanha deste ano, estabelecido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Paho), é “Alimentação Segura, melhor saúde”, e tem como intuito ampliar o debate a respeito do acesso a alimentos seguros e refletir sobre como uma alimentação saudável pode auxiliar no bem-estar das pessoas, dos animais e do meio ambiente.

Deseja saber mais sobre a campanha do Dia Mundial da Segurança dos Alimentos e qual a importância da segurança alimentar? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Dia Mundial da Saúde Digestiva: saiba mais sobre hábitos saudáveis!

O que são alimentos seguros?

Segurança dos alimentos é o termo utilizado para fazer referência à garantia de qualidade, desde as etapas de manipulação e preparo até o consumo, seja alimentos orgânicos ou industrializados. Nesse sentido, alimentos seguros são aqueles que, além de fornecer nutrientes, são livres de microorganismos que possam causar doenças. 

No entanto, a segurança alimentar é uma realidade distante para muitas pessoas. Dados das Nações Unidas apontam que 420 mil pessoas em todo o mundo perdem a vida após ingerir alimentos contaminados, como crianças com menos de cinco anos, que representam 40% dos casos e contabilizam 125 mil óbitos anuais.

Segurança alimentar X pacientes oncológicos 

Pacientes oncológicos devem ter cuidados redobrados com a segurança dos alimentos, visto que o tratamento de câncer pode ter como efeito colateral a baixa imunidade e vulnerabilidade para adquirir infecções. De acordo com o Manual da Alimentação Durante a Quimioterapia, desenvolvido pelo A.C.Camargo Cancer Center, é preciso seguir quatro passos fundamentais para garantir uma alimentação segura. Saiba agora quais são!

  • Lavar 

Lave as mãos e as áreas de preparo dos alimentos, além de colocá-los em solução sanitizantes, para evitar a permanência de microrganismos. Para isso, misture uma colher de sopa de água sanitária diluída em um litro de água e deixe os produtos em imersão por 20 minutos. Higienizar as compras antes de transferi-las para a dispensa também é uma boa opção!

  • Separar 

Separe os alimentos crus dos pré-prontos, como as carnes dos vegetais, visto que algumas bactérias podem se espalhar e contaminar outros alimentos. Procure sempre isolar carnes, aves, peixes, frutos do mar e ovos por meio de sacos plásticos desde o supermercado até o armazenamento final, como a geladeira. É importante, também, atentar-se a qual é o melhor local para guardar o alimento, tendo em vista o melhor ambiente para prolongar o tempo de vida dele e preservar sua qualidade.

  • Cozinhar 

Cozinhe os alimentos nas temperaturas adequadas, pois o cozimento – ou outras formas de calor – é uma prática eficaz para destruir alguns microorganismos, em especial, nos alimentos de origem animal. Sendo assim, mesmo que reservados na geladeira, as carnes e vegetais devem ser fervidos antes de serem consumidos. 

  • Esfriar

Evite deixar os alimentos preparados mais do que 2 horas em temperatura ambiente. Armazene-os adequadamente na geladeira ou freezer. Essa prática faz com que a proliferação de bactérias e fungos seja reduzida. Já para o descongelamento, devem ser usadas água fria ou geladeira, pois a temperatura ambiente deixa o alimento suscetível à contaminação.

Dicas de especialista!

Nesse sentido, a nossa nutricionista, Naira Fraga, fornece algumas dicas para que os pacientes oncológicos tenham uma alimentação segura e eficaz durante o tratamento, a fim de alcançar resultados positivos e, também, melhor qualidade de vida.

“É preciso lembrar que o plano alimentar do paciente oncológico deve conter muitas frutas e verduras. Mas, para isso é preciso cuidado com a limpeza delas, essa é uma etapa indispensável, não pode ser pulada. Caso contrário, ele só poderá consumi-las cozidas, o que pode atrapalhar a imunidade a longo prazo.”

Naira Fraga, nutricionista da Medquimheo.

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Dia Mundial Sem Tabaco: cigarro como fator de risco para o câncer

Dieta que salva: como uma alimentação equilibrada pode prevenir doenças respiratórias no outono?

Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde (Paho).


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O Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o impacto negativo gerado pelo vício em cigarro e a dependência física à nicotina. Segundo pesquisa do Instituto Oncoguia, o hábito é um dos principais fatores de risco evitáveis que podem elevar em 30% o risco de desenvolvimento de vários tipos de câncer, como o de pulmões, fígado, estômago, pâncreas, rins, cólon e reto, bexiga, ovários, colo do útero, cavidade nasal e oral, faringe, laringe e esôfago.

Tem interesse em saber mais sobre o Dia Mundial Sem Tabaco e qual a importância de falar sobre os fatores de risco dos novos formatos de consumir o cigarro? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Linfoma de Hodgkin: saiba quais são os principais sintomas e tratamentos 

Qual é a campanha antifumo 2022?

A campanha antifumo deste ano tem como tema “Tabaco: ameaça ao nosso meio ambiente”. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo atinge a saúde das pessoas, além de também trazer consequências ao meio ambiente, visto que, para produzir cigarros, diversas árvores são cortadas. Ademais, milhares de litros de água são usados para produzir o material e toneladas de emissões de CO2 são liberadas, o que eleva a temperatura global e, consequentemente, pode afetar a saúde humana de outras formas, inclusive aumentando a presença de substâncias cancerígenas. 

O que é tabagismo?

O tabagismo é o vício em consumir cigarro e as substâncias químicas contidas no produto, como a nicotina. O hábito integra o grupo de transtornos mentais e comportamentais em razão do uso de substância psicoativa. Nesse sentido, outras alternativas para consumir o tabaco têm sido procuradas, como o uso de cigarros eletrônicos e narguilé, que são vendidos como formas “mais seguras” de consumir o tabaco. 

O público que mais tem sido atraído são os jovens, de acordo com pesquisa realizada pelo Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia (Covitel), em que pelo menos 1 a cada 5 jovens de 18 a 24 anos usa cigarros eletrônicos. Dados da OMS alertam, ainda, que o uso de narguilé entre 60 e 80 minutos ininterruptos equivale a 100 cigarros comuns.

Qual a relação entre cigarro e câncer?

O tabaco possui inúmeras substâncias cancerígenas e, quando consumidas cada vez mais cedo, como por meio da prática usual dos cigarros eletrônicos pelos jovens, o potencial risco para desenvolvimento de vários tipos de câncer se amplia. O câncer de pulmão, por exemplo, tem como fator de risco o tabagismo, seja pela pessoa que é ativa ou passiva – aquela que não faz uso das substâncias, mas sempre está em contato por outros. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que cerca de um terço de todos os casos de câncer são atribuídos ao fumo e que 80% dos diagnósticos de câncer de pulmão são causados pelo consumo de tabaco. 

A nossa oncologista, Dra. Carolina Conopca, afirma que o tabagismo traz prejuízos para a saúde em todos os aspectos, mas, principalmente, à exposição aos riscos de desenvolvimento de câncer. 

“De acordo com o Inca, os fumantes possuem um risco 23 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão em relação aos não fumantes. Também é um hábito considerado arriscado para pessoas sensíveis a problemas respiratórios, visto que os fumantes possuem a função pulmonar afetada e as doenças respiratórias podem se desenvolver na forma mais grave”. – Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.

Quais os benefícios de parar de fumar? 

Interromper o vício no tabaco pode trazer benefícios imediatos e a longo prazo, o que garante a sobrevida do fumante ativo e do fumante passivo. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (Paho), o tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas a cada ano, por isso, é de suma importância alertar a população quanto a importância de abandonar este hábito. Abaixo, listamos alguns resultados benéficos para a saúde percebidos após a pessoa parar de fazer uso do tabaco, segundo a Paho.

 

  • Dentro de 20 minutos, o ritmo cardíaco e a pressão arterial baixa;
  • Em 12 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue cai para o normal;
  • De 2 a 12 semanas, a circulação sanguínea melhora e a função pulmonar melhora;
  • Entre 1 a 9 meses, a tosse e a falta de ar diminuem;
  • Em 1 ano, o risco de desenvolver uma doença em relação ao fumo cai pela metade;
  • Entre 5 a 15 anos após parar de fumar, o risco de ter um acidente vascular cerebral é reduzido ao de um não fumante;
  • Em 10 anos, o risco de câncer de pulmão cai para metade em relação a um fumante e o risco do desenvolvimento de outros tipos de câncer também diminui.

Nesse contexto, frear o consumo de tabaco também pode ajudar a diminuir o impacto da indústria do cigarro sobre o meio ambiente, logo, à vida humana como um todo, visto que a natureza se deteriora devido ao cultivo, produção e distribuição, consumo e resíduos pós-consumo do fumo. Levante a bandeira da conscientização, seja contra o cigarro! 

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Dia Mundial da Saúde Digestiva: saiba mais sobre hábitos saudáveis!

Maio Cinza: campanha chama atenção para o câncer do cérebro

Fonte: Organização Pan-Americana de Saúde (Paho).


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O Dia Mundial da Luta Contra o Câncer, que marca o dia 8 de abril, busca conscientizar a população sobre os perigos e alertar para os cuidados em relação a esta doença. A data destaca a necessidade do acompanhamento médico regular e de ações que incentivem bons hábitos de saúde, como manter uma dieta nutritiva e saudável para prevenir doenças, como a obesidade, fator de risco para o câncer.

Estudos do Instituto Nacional de Câncer (INCA) registraram, nos últimos dez anos, um aumento de 20% nos casos da doença, que é a segunda causa de falecimento ao redor do mundo antes dos 70 anos. Esses dados podem crescer ainda mais devido à pandemia, que reduziu o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos para detectar tumores. 

Quer saber como ser um adepto nesta batalha? Continue lendo nosso artigo!

Veja mais – Família: como prestar apoio emocional ao paciente oncológico?

Cenário durante a pandemia do coronavírus

O câncer é uma doença tratável e que tem grandes chances de cura quando detectado nos estágios iniciais. Porém, durante a pandemia, foram realizadas pesquisas que apontam a defasagem nos cuidados com a saúde, principalmente em relação ao acompanhamento médico regular e à realização periódica de exames preventivos. Apenas no Brasil, um estudo da Latin American Cooperative Oncology Group indica que houve redução de 58% a 80% de mamografias de rastreamento e de 40% de cirurgias de mama entre 2020 e 2021.

Fatores de risco

Nossa especialista, Dra. Morgana Stelzer Rossi, reforça que a rotina de exames e consultas regulares é fundamental para a prevenção, porém, também é preciso adotar hábitos e ter atenção redobrada a outros fatores que podem facilitar o desenvolvimento de tumores,como:

  • Histórico familiar: é necessário ficar atento em casos de famílias que possuem pacientes com câncer;
  • Idade: o câncer é uma doença complexa, que pode se manifestar de formas diversas e em diferentes faixas etárias. Por isso, alguns tumores surgem ainda na infância enquanto outros aparecem apenas em idosos;
  • Infecções: agentes como vírus e bactérias podem estar ligados a tipos de câncer, como o HPV (Papilomavírus Humano), causador do câncer de colo do útero;
  • Medicamentos: o uso excessivo ou contínuo de alguns remédios pode influenciar o desenvolvimento de tumores;
  • Dieta: manter uma rotina alimentar adequada, rica em nutrientes, minerais e vitaminas, previne o desenvolvimento de cânceres e doenças como a obesidade.

Como prevenir o câncer

É essencial, para evitar o desenvolvimento do câncer, a adoção de bons hábitos de saúde ao longo da vida. Para isso, é possível:

  • Ter uma rotina de exercícios físicos regular;
  • Adotar uma dieta nutritiva;
  • Evitar o consumo de fast foods, comidas muito calóricas e muito gordurosas;
  • Moderar no consumo de bebidas alcoólicas;
  • Regular a exposição protegida ao sol.

Medquimheo: clínica oncológica com atendimento acolhedor

Aqui, na Medquimheo, nossa equipe multidisciplinar oferece cuidado individualizado a cada paciente para que o tratamento seja mais leve e acolhedor. Somos a clínica de oncologia no Espírito Santo que apresenta a missão de permanecer em constante evolução e ir muito além de simplesmente atender pessoas, por meio de um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

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Células-tronco: entenda suas funções e como auxiliam em tratamentos medicinais

Diagnóstico precoce e sua importância para tratamentos de doenças

Fonte: Instituto Nacional de Câncer.


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março 25, 2022 Células-troncoLeucemia0

As células-tronco são responsáveis por originar mais células para tecidos e órgãos do corpo humano, com a capacidade de se reproduzir e de se transformar em células com características idênticas ou diferentes da original. Devido a essas funções e após anos de pesquisas realizadas pela comunidade científica, descobriu-se que as células-tronco podem atuar junto às ações de combate a diversas doenças como as cardíacas e degenerativas, leucemia, cânceres e, mais recentemente, contra o HIV, como divulgado em fevereiro pelo The New York Times.

Segundo dados do Instituto de Pesquisa com Células-tronco (IPCT), os estudos sobre o tema têm como intuito entender melhor a colaboração das células-tronco em procedimentos terapêuticos e como elas favorecem os fatores neurais, imunológicos, cardíacos e hepáticos, apesar de já terem eficácia comprovada na cura ou melhora significativa das doenças que combatem.

Quer descobrir como as células-tronco podem auxiliar no combate a diversas doenças? Continue a leitura do nosso conteúdo abaixo!

Veja também – Fevereiro Laranja: conheça a campanha e saiba a importância da doação de medula óssea

Como classificar e onde encontrar as células-tronco

Responsáveis pela origem de todas as demais células do corpo humano, as células-tronco são divididas em embrionárias (encontradas apenas no interior do embrião após 4 ou 5 dias de fecundação), adultas (localizadas no cordão umbilical e na medula óssea) e as induzidas (produzidas em laboratórios).

Além da capacidade de se renovarem e de se transformarem, as células-tronco também são responsáveis por produzirem os glóbulos vermelhos (oxigenação), glóbulos brancos (defendem o organismo) e as plaquetas (contêm as hemorragias).

Por que usar as células-tronco em tratamentos medicinais?

Ao serem transplantadas para o organismo do paciente, as células-tronco podem substituir as células doentes, que, se permanecerem no corpo humano, possibilitam o desenvolvimento de infecções, hemorragias ou problemas em órgãos devido à diminuição dos níveis sanguíneos.

Porém, o transplante de células-tronco só é recomendado com a indicação de especialistas e em casos específicos em que o uso de radiação é constante e não pode ser administrada em altas doses, por possivelmente causar danos à medula óssea e, assim, afetar a geração de células sanguíneas.

Como funciona o transplante?

Os pacientes que se submetem ao transplante de células-tronco não passam por uma cirurgia. Antes do procedimento, as células formadoras de sangue são coletadas e enviadas para um compartimento, onde são congeladas. Quando prontas para uso, as células-tronco são aplicadas na veia, como uma transfusão de sangue, e se instalam na medula óssea do paciente para começarem a produzir células sanguíneas e renovar as do sistema imunológico.

Recentes conquistas medicinais

Os estudos sobre a aplicação de células-tronco em tratamentos contra doenças graves são constantes na comunidade científica e recentes, com expectativa de serem utilizados de forma ampla nos próximos anos. Os últimos dados divulgados pelo IPCT indicam que mais de 30 mil células-tronco retiradas do cordão umbilical foram transplantadas, sendo que 57% delas foram utilizadas para tratar malignidades. No caso do combate à leucemia, a terapia celular já é uma das ações adotadas por haver degeneração de tecidos, que é tratada com o apoio do transplante de células-tronco.

Em procedimentos contra a leucemia, cientistas têm descoberto novas aplicações de combate a partir do tratamento com células-tronco contra o HIV, como o caso de uma mulher mestiça, que também era portadora do vírus, em fevereiro deste ano. Especialistas da Universidade da Califórnia (EUA) afirmam que esta nova abordagem médica oportuniza a cura de mais pessoas de diferentes origens raciais do que há uma década. Casos semelhantes ao dessa paciente, que é dos Estados Unidos, só foram registrados outras duas vezes: uma em Berlim, em 2008, e outra em 2019, em Londres.

Banco de sangue de cordão umbilical

Na última década, a demanda por transplantes celulares a partir do sangue presente no cordão umbilical cresceu, como indica o IPCT, por serem procedimentos que apresentam alto índice de eficácia nos níveis de leucócitos (células que atuam no sistema imunológico). A partir desta informação e vendo o alto potencial de salvar vidas, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) criou o banco público de sangue de cordão umbilical, capaz de acomodar 3 mil unidades de bolsas deste sangue, com capacidade de expansão em até 10 mil amostras. Este estoque é utilizado em procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que oferece terapia celular de forma ampla para todos os usuários.

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Março Lilás: compromisso firmado para erradicar o câncer de colo do útero

Fevereiro Roxo: conheça a campanha e apoie essa causa

Fonte: Instituto Nacional de Câncer.


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novembro 23, 2021 Câncer de próstata0

O câncer de próstata é a forma mais comum da doença entre a população masculina, representando, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 29% dos casos de câncer no país. Diante dessa realidade, em 1999 foi criada a campanha Novembro Azul, movimento que tem como objetivo chamar atenção para a prevenção e detecção precoce do câncer de próstata. Infelizmente, a saúde masculina ainda é vista como um tabu, e, por conta disso, muitos homens deixam de realizar os exames preventivos, que têm grande impacto nas chances de cura da doença. De acordo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, um atraso de seis a oito meses no diagnóstico já pode fazer diferença para progressão da doença. 

Pensando no seu bem-estar e saúde, nós, do Blog Medquimheo, reunimos neste conteúdo informações importantes sobre o câncer de próstata. Confira!

Veja também – Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata: tudo o que você precisa saber sobre a doença! 

Câncer de próstata: como se prevenir?

Realizar os exames preventivos e ir ao médico dentro de uma frequência saudável é essencial para prevenção do câncer de próstata. Mas, além disso, incluir hábitos saudáveis na rotina também influencia no surgimento da doença. De acordo com Ministério da Saúde, entre os fatores que ajudam na prevenção, estão: 

  • Ter uma alimentação balanceada, com uma dieta rica em verduras, frutas, cereais integrais, grãos e legumes; 

 

  • Manter o peso corporal no limite saudável de acordo com a idade, praticando no mínimo 30 minutos de atividade física por dia; 

 

  • Evitar o consumo de álcool em excesso e não fumar. 

Sintomas do câncer de próstata 

Um dos maiores perigos do câncer de próstata é que ele não apresenta sintomas nas fases iniciais, e, por isso, realizar os exames preventivos é essencial para a detecção precoce da doença e aumentar as chances de cura. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, alguns dos sintomas mais comuns são: dificuldade na hora de urinar; presença de sangue na urina e a necessidade de urinar mais vezes durante o dia. 

Exames preventivos do câncer de próstata 

Os exames realizados para detecção precoce do câncer de próstata são: 

Exame de PSA: o procedimento consiste na coleta de sangue. O exame mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata, o PSA – Antígeno Prostático Específico. Níveis altos dessa proteína podem significar câncer ou outras doenças benignas da próstata. 

Exame de toque retal: o médico avalia tamanho, forma e textura da próstata, introduzindo o dedo protegido por uma luva lubrificada no reto. Este exame permite palpar as partes posterior e lateral da próstata.

Esses são os exames essenciais para detectar a doença, mas fique tranquilo! São procedimentos seguros e necessários para a sua qualidade de vida. Cuidar de você mesmo jamais deve ser motivo de vergonha. Por isso, faça seus exames regularmente. 😉

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Câncer de próstata: exame de prevenção ainda é tabu

Dia do Homem: câncer de próstata é o mais incidente entre os capixabas  

 

Fonte: Ministério da Saúde.


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setembro 28, 2021 Câncer0

Sono de qualidade promove inúmeros benefícios para a saúde. No entanto,  noites mal dormidas e cansaço ao longo do dia são queixas comuns dos pacientes oncológicos, que tendem a apresentar quadros de insônia devido a fatores psicológicos, como estresse e ansiedade, ou em decorrência de dores e desconfortos ocasionados por determinados tratamentos do câncer, como a quimioterapia

No conteúdo de hoje, nós, do Blog da Medquimheo, explicamos a importância de dormir bem para pacientes em tratamento do câncer, além de compartilharmos dicas para te ajudar a ter noites de sono mais saudáveis. Continue a leitura para conferir!

Veja também: Quais são os riscos do paciente oncológico contrair a Covid-19?

Qual a importância do sono para o paciente oncológico?

Dormir bem durante o período de tratamento do câncer é fundamental, tendo em vista que, sem um descanso adequado, o nível de cortisol – hormônio do estresse- aumenta, o que pode, proporcionalmente, diminuir a contagem das células NK, que são essenciais para ajudar o corpo a lutar contra a doença. Além disso, dormir mal também pode gerar mais dores e desconfortos no paciente oncológico e diminuir o nível de imunidade no organismo, o que também afeta o progresso do tratamento oncológico

Dicas para paciente oncológico dormir melhor

De acordo com publicação do Instituto Vencer o Câncer, algumas atitudes simples, que podem ser adotadas diariamente, são essenciais para ajudar a pessoa com câncer a dormir melhor. Confira a seguir. 

  • 💤 É ideal tirar um cochilo curto durante o dia, que não ultrapasse uma hora, para não comprometer o sono da noite.
  • 💡 Na hora de dormir, mantenha todas as luzes apagadas e evite assistir  televisão ou utilizar celular na cama .
  • ⏰ Tente manter um horário regular de sono: ir para a cama no mesmo horário todas as noites e acordar à mesma hora pela manhã. 
  • 🤸‍♂️ Preencher o dia com atividades prazerosas e fazer exercícios físicos e refeições leves são recomendados para evitar a sonolência durante o dia, além de promoverem o sono à noite. 
  • ☕ Evite tomar café muito próximo do horário de dormir. O mais indicado é que a última xícara do dia seja depois do almoço, pois a cafeína prejudica o sono.
  • 💊 Não faça uso de medicamentos para dormir sem orientação médica.

#DicaMedquimheo: yoga é aliada do paciente oncológico!

Yoga é uma prática que equilibra o físico e o mental com objetivo de promover diversos benefícios para corpo e mente, como menos estresse, alívio da sensação constante de ansiedade, ajuda na redução de dores crônicas, entre outros. Além disso, o yoga pode diminuir a fadiga e melhorar a qualidade do sono em pacientes com câncer.

Recomendamos que converse com seu médico antes de iniciar a prática.

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5 dicas sobre o que fazer em casa durante a quarentena

Testes de Covid-19: entenda as diferenças entre os exames!

Fonte: Instituto Vencer o Câncer


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setembro 23, 2021 Câncer0

Adotar hábitos para reduzir o colesterol é benéfico não só para prevenir doenças cardiovasculares, como também é fundamental para reduzir o risco de desenvolvimento de câncer de mama e câncer de intestino. Por ser um fator de risco para o desenvolvimento de tumores, o colesterol alto deve ser controlado por meio de dieta equilibrada e rotina de exercícios físicos, além de consultas regulares a especialistas. 

Para te ajudar a entender melhor a relação entre colesterol alto e câncer, nós, do Blog da Medquimheo, preparamos este conteúdo especial, que também reúne dicas valiosas de como reduzir os níveis de colesterol no organismo. Continue a leitura para conferir. 

Veja também – Falta de vitaminas durante o câncer: entenda qual é a relação 

Qual é a relação entre colesterol alto e câncer?

De acordo com publicação do Instituto Vencer o Câncer, colesterol alto e obesidade podem desencadear alterações celulares que levam ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Esse processo de formação de tumores ocorre por haver excesso de gordura corporal, o que eleva os níveis de circulação de hormônios, como insulina, estrogênio e fatores de crescimento (IGF-1), e, como consequência,  estimula a produção celular desenfreada e inibe a apoptose – morte celular programada.

Dicas para controlar o colesterol e reduzir o risco de câncer

Ainda de acordo com o Instituto, alguns hábitos podem (e devem!) ser adotados na rotina para combater o colesterol alto e, dessa forma, reduzir os riscos de desenvolvimento de câncer. Confira as dicas a seguir: 

  • Dieta equilibrada

Ter uma dieta equilibrada, rica em fibras, legumes, frutas, verduras e oleaginosas, além de substituir carboidratos por alimentos integrais, é um dos hábitos cruciais para combater o colesterol alto. Também é recomendável evitar consumo de ultraprocessados, bebidas alcoólicas em excesso, doces e frituras. Dê preferência para ingestão de carnes magras e laticínios com níveis reduzidos de gordura.

  • Atividade física

A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a saúde do corpo como um todo. Além disso, durante as atividades, há diminuição de LDL – colesterol ruim – e aumento do nível de HDL – colesterol bom, segundo publicação do Hospital do Coração (Hcor)

  • Rastreamento

Além da dieta equilibrada aliada com a prática de atividade física, realizar consultas periódicas é fundamental. Além disso, é recomendável realizar o exame de dosagem de colesterol como estratégia de rastreamento em pacientes em torno de 30 anos com fatores de risco como tabagismo, hipertensão e histórico familiar de doença coronariana. 

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#DicaDaNutri: 3 receitas que ajudam na quimioterapia

Dicas para manter a qualidade de vida e a saúde mental na quarentena 

Fonte: Instituto Vencer o Câncer.


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Os riscos para pacientes oncológicos ao se contaminarem com Covid-19 se dão pelas maiores chances de complicações pela doença, visto a baixa imunidade das pessoas que tratam o câncer. Segundo um estudo de meta-análise da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), os riscos de óbitos por Covid-19 em pacientes oncológicos são de 26%, contra 2% a 3% da população geral. Nesse sentido, é fundamental que os pacientes adotem as medidas protetivas, a fim de evitar a contaminação e, consequentemente, dar continuidade ao tratamento oncológico

Para te explicar os principais cuidados que os pacientes oncológicos devem tomar para evitar a infecção pelo coronavírus, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

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🩺 Quais cuidados adotar para prevenir a contaminação pela Covid-19?

De acordo com o Instituto Oncoguia o principal cuidado para o paciente oncológico deve ser com o tratamento, que não deve ser interrompido e, qualquer decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe médica. Para além do tratamento, é preciso avaliar procedimentos cirúrgicos eletivos e adiá-los, quando possível; imunizar os pacientes com a vacina contra a Covid-19 e implementar precauções pessoais para ajudar no controle da proliferação do vírus.  

Para que os cuidados contra o coronavírus sejam estendidos para o dia a dia do paciente oncológico, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou algumas recomendações.

🏠 Ficar em casa quando não for dia de tratamento; 

🤧 Prevenir-se de contato com pessoas gripadas ou resfriadas quando sair;

💉 Vacinar-se contra a Covid-19;

🧼 Lavar as mãos com frequência e por, pelo menos, 20 segundos;

🤦🏼‍♀️ Evitar levar as mãos ao rosto, principalmente, nos olhos, nariz e boa;

🤧 Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;

📏 Manter distância segura das pessoas e evitar aperto de mão, abraços e beijos;

🎒 Evitar compartilhar objetos pessoais como toalhas, garrafas e copos, chaves e celulares;

🧴 Higienizar superfícies tocadas com frequência;

😷 Utilizar sempre a máscara, em locais públicos e com desconhecidos.

Caso apresente qualquer sintoma de Covid-19, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento da infecção seja realizado e o tratamento seja iniciado. Quando possível, opte pelo formato de teleconsulta, para resguardar a sua segurança e do profissional que irá atendê-lo. 

#DicaMedquimheo: vacine-se! Os pacientes oncológicos fazem parte do grupo prioritário para receber os imunizantes contra a Covid-19 e, ao se vacinar, é possível evitar as formas graves da doença e dar continuidade ao tratamento de câncer.

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Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).


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Os cânceres de cabeça e pescoço atingem tumores da cavidade oral, boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago, tireoide e seios paranasais. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a doença, que apresenta alta incidência entre os brasileiros, possui sintomas que se confundem com outras patologias, o que pode configurar diagnósticos tardios e diminuir as chances de cura. Por isso, é de extrema importância realizar consultas regulares, a fim de oportunizar o diagnóstico precoce. 

Para te explicar os principais fatores de risco e sintomas do câncer de cabeça e pescoço, nós, do Blog da Medquimheo, produzimos este conteúdo especial. Continue lendo para conferir!

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🔎 Quais são os fatores de risco para cânceres de cabeça e pescoço?

Os fatores de risco para o surgimento de cânceres de cabeça e pescoço englobam, principalmente, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas, visto que, cerca de 70% dos casos possuem esse dois fatores como causa. Evitar a infecção pelo papilomavírus (HPV) também é uma forma de prevenir a neoplasia, que, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), acomete, principalmente, a região orofaringe, que engloba a base da língua, as amídalas e a parte lateral e posterior da garganta.

🩺 Quais são os principais sintomas?

Os sintomas do câncer de cabeça e pescoço podem incluir o surgimento de nódulos, feridas que não se cicatrizam, dor de garganta persistente, dificuldades para engolir e respirar, rouquidão por mais de três semanas e alterações repentinas na voz. Outros sinais que podem indicar tumores nessas regiões são:

  • 👄 Cavidade oral: 

Manchas brancas ou vermelhas na gengiva ou na língua; inchaço da mandíbula sem causa aparente e hemorragias ou dores persistentes na boca.

  • 🗣️ Faringe:

Dificuldades para respirar ou falar; dor ao engolir, dor no pescoço ou garganta; enxaquecas frequentes; zumbido nos ouvidos e problemas de audição.

  • 👃🏽 Cavidade nasal:

Canal nasal obstruído; infecções crônicas que não respondem ao tratamento com antibióticos; sangramentos pelo nariz; dores de cabeça frequentes; inchaço nos olhos e dor persistente nos dentes superiores.

  • 👅 Glândulas salivares:

Inchaço sob o queixo ou ao redor do maxilar; dormência e dor dos músculos da face; incômodo no pescoço persistente.

Caso apresente qualquer desses sintomas, é fundamental procurar um médico, para que o rastreamento do possível tumor seja realizado, o que pode implicar na realização de outros exames clínicos e biópsias mais detalhadas. Para isso, durante a consulta, serão analisados históricos clínicos individuais e familiares, além de exames físicos, com avaliações da cabeça e pescoço

“Para evitar os principais fatores de risco, é necessário incluir hábitos saudáveis na rotina e manter o cartão de vacinação atualizado. É importante frisar que alguns tumores costumam ser assintomáticos na fase inicial da doença, por isso é fundamental manter as consultas periódicas em dia, a fim de aumentar as chances de cura”.  

-Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimhe.

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