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O câncer no cérebro é o foco da campanha Maio Cinza que busca conscientizar a população a respeito da importância do diagnóstico precoce desta doença que, em muitos casos, pode ser silenciosa e lenta. Os tumores que acometem o cérebro também podem acometer o tronco cerebral e a medula espinhal, constituindo o sistema nervoso central. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) revelam que a estimativa é que mais de 11 mil novos casos sejam rastreados a cada ano do triênio (2020 – 2022) no Brasil. Este tipo de câncer é o 10° mais frequente em mulheres e o 11° em homens.

Tem interesse em saber mais sobre o câncer cerebral e quais as formas de tratá-lo? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos.

Veja mais – Colesterol alto é fator de risco para o desenvolvimento de câncer? Saiba mais!

O que é o câncer do cérebro?

O câncer do cérebro ocorre devido ao crescimento desordenado de células anormais ou defeituosas da mesma forma como ocorre em outros órgãos. Este tipo de câncer pode ser classificado como primário ou secundário, a depender de fatores como:

  Primário: quando originado das próprias células cerebrais;

  Secundário: quando originado de células tumorais de outros órgãos que migraram posteriormente para o cérebro – como mama, rim ou pulmão. Estes são chamados de metástases e são considerados as formas mais comuns dos tumores cerebrais.

Quais os fatores de risco para o câncer do cérebro?

O surgimento do câncer cerebral pode ser de origem idiopática, sem uma causa conhecida, ou considerado multifatorial, quando vários fatores corroboram com o seu desenvolvimento. Os fatores causadores podem ser vários, desde genéticos a fatores ambientais, como hábitos alimentares e o tabagismo. Além desses, podemos pontuar também a exposição a radioatividade, presente em exames de tomografia, raio-x e radioterapia, e o contato direto com elementos químicos, como arsênio, chumbo e mercúrio, encontrados em agrotóxicos.

Pesquisas realizadas revelam que o hábito de fumar pode aumentar em até 20 vezes as chances de uma pessoa desenvolver um câncer, inclusive no cérebro.

Quais os principais sintomas do câncer cerebral?

Nosso neurocirurgião, Dr. Bruno Borlott, explica que os sintomas do câncer cerebral têm um tempo de evolução variável, mas geralmente são progressivos, tais como:

  •     Perda de força em um lado do corpo;
  •     Crises convulsivas;
  •     Dor de cabeça diária, acompanhada de náuseas e vômitos;
  •     Alteração de comportamento e humor;
  •     Confusão mental;
  •     Alterações visuais;
  • Dificuldade para se locomover.

Como é feito o diagnóstico do câncer cerebral?

Em alguns casos, o diagnóstico precoce pode proporcionar mais chances de uma maior sobrevida aos pacientes, podendo garantir também uma melhor qualidade de vida após o tratamento. Nesse sentido, ao surgimento de qualquer dos sintomas supracitados é fundamental que um especialista seja consultado. Após o diagnóstico, os principais tratamentos para o câncer cerebral podem envolver cirurgia para retirada ou biópsia do tumor, além de sessões de radioterapia e quimioterapia como complemento. Entretanto, a definição do tratamento a ser seguido é feita de acordo com o tipo de câncer e o estágio em que ele se encontra.

Medquimheo: tratamento oncológico acolhedor

Nós, da Medquimheo, oferecemos, por meio de uma equipe multidisciplinar, cuidado individualizado a cada paciente, a fim de garantir tratamento mais leve e acolhedor. Somos a clínica de oncologia capixaba que apresenta a missão de permanecer em constante evolução e ir muito além de simplesmente atender pessoas, por meio de um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

Conheça o Blog da Medquimheo

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Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)


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Linfoma de hodgkin ou doença de hodgkin é um câncer do sangue, assim como a leucemia, mas este se origina no sistema linfático – composto por órgãos como linfonodos e tecidos – que produzem as células responsáveis pela imunidade do corpo. Nesse sentido, as células que deveriam proteger contra as bactérias e vírus, transformam-se em células malignas, conhecidas como Reed-Sternberg.

A estimativa é de que para cada ano do triênio (2020 a 2022), sejam diagnosticados 2.640 novos casos de linfoma de hodgkin no Brasil, o que corresponde a um risco previsto de 1,52 novos casos a cada 100 mil homens e de 0,95 para cada 100 mil mulheres, segundo levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Quer saber mais sobre este tipo de câncer? Então continue a leitura deste artigo!

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Quais são os fatores de risco para o linfoma de hodgkin?

Pessoas com sistema imunológico comprometido, como as que possuem o vírus HIV; pacientes que usam imunossupressores, além da predisposição hereditária, mas que  segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é um fator raro para o desenvolvimento do linfoma de hodgkin. No entanto, os casos diagnosticados demonstram que esse tipo de câncer é mais comumente desenvolvido por fatores adquiridos ao longo da vida, os quais ainda não são claros para os especialistas. A idade, também, pode ser levada em questão, visto que muitos pacientes com linfoma de hodgkin têm entre 15 e 40 anos.

Linfoma de hodgkin X Linfoma não hodgkin 

É preciso lembrar que existem dois tipos de linfoma: hodgkin e não hodgkin. O linfoma não hodgkin não tem a presença das células malignas Reed-Sternberg, além de:

  • Ser mais comum em pessoas acima de 55 anos;
  • Na maioria dos casos, podem surgir em outras partes do corpo, e não ter início na parte superior do corpo, como o linfoma de hodgkin.

Possíveis sintomas do linfoma hodgkin

Apesar de possuir algumas características que os diferenciam, os linfomas podem apresentar sintomas parecidos, a depender da localização do tumor. São eles:

  • Aparecimento de nódulos inchados e indolores no pescoço, no tórax, no abdômen ou na virilha;
  • Suores noturnos intensos, com ou sem febre;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso inexplicável;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Tosse e dificuldade para respirar;
  • Aumento do fígado ou do baço, sinais percebidos em exames mais aprofundados. 

Como diagnosticar o linfoma de hodgkin? 

A detecção do linfoma de hodgkin pode ser realizada por meio de exames a partir da queixa do paciente por algum sintoma, além das visitas periódicas, que mesmo sem apresentar possíveis sintomas, as pessoas as realizam e, assim, facilitam o rastreamento desse tipo de câncer em estágio inicial. 

O diagnóstico é obtido por meio de biópsia da região afetada, que consiste na retirada de uma pequena parte do tecido que será analisado e definido em um dos subgrupos elencados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): clássico e predomínio linfocítico nodular.

Os principais tratamentos do linfoma hodgkin

O principal tratamento do linfoma de hodgkin envolve poliquimioterapia – que é o uso de vários medicamentos para controlar o tumor; além da quimioterapia, com ou sem radioterapia associada. O tipo de tratamento e a quantidade de sessões é determinada em cada caso, a partir do estágio do tumor e idade do paciente.

#DicaMedquimheo: a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) lançou um e-book com as principais informações a respeito do linfoma de hodgkin, com tópicos que tratam desde os sintomas desse tipo de câncer a como o paciente pode lidar com as emoções e outras questões durante o tratamento. Vale a pena conferir!

Medquimheo: espaço de tratamento oncológico acolhedor

Nós, da Medquimheo, somos uma equipe multidisciplinar que oferece cuidado individualizado a cada paciente para que o tratamento seja mais leve e acolhedor. Formamos a clínica de oncologia no Espírito Santo que quer ir muito além de simplesmente atender pessoas, mas também oferecer um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

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Até este sábado, 26, está em evidência a Campanha de Conscientização do Câncer de Cabeça e Pescoço, promovida por especialistas da área em todo o País.  O objetivo é instruir e alertar à população sobre os tumores que podem atingir essas duas partes do corpo. A língua, a laringe, faringe, as glândulas salivares, os seios nasais, a cavidade oral e a nasal estão entre os espaços que a doença pode afetar.

Wagner Gumz Segundo, cirurgião de cabeça e pescoço da clínica capixaba Medquimheo, conta que a incidência de câncer de boca, por exemplo, aumentou nos últimos anos, principalmente no sexo feminino devido ao aumento do tabagismo entre as mulheres. A doença afeta principalmente os homens acima de 45 anos. O tabagismo associado ao alcoolismo é um fator de risco, mas a má higiene bucal, infecções por HPV e a exposição à radiação UVA solar (câncer de lábio), também estão relacionados.

“Assim como é aliado no diagnóstico precoce do câncer de mama, o autoexame torna-se uma arma poderosa para o diagnóstico precoce e tratamento rápido do câncer de boca. Qualquer alteração encontrada e que não desapareça com facilidade pode ser um motivo de alerta e deve-se procurar o especialista (cirurgião de cabeça e pescoço). Tal profissional poderá avaliar a necessidade da realização de uma biópsia para a confirmação do diagnóstico”, disse o especialista.

Os sintomas geralmente são seguidos por feridas com ou sem bordas elevadas, que apresentam tons como branco e vermelho. Outro fator de alerta: no início os machucados não doem e não cicatrizam. Qualquer alteração de cor ou volume deve ser examinada imediatamente por um dentista ou por um médico. Dificuldade para falar ou engolir, emagrecimento rápido e o surgimento de nódulos no pescoço podem indicar o avanço do transtorno.

Para cada tumor há um tratamento diferente

Cada tumor irá apresentar um sinal e um tratamento diferente. “No câncer de laringe não é possível indicar o autoexame, mas o paciente pode ficar atento com alguns sintomas, tais como rouquidão constante, dificuldade para engolir e ínguas no pescoço. O que atinge a cavidade oral pode ser descoberto com uma simples consulta ao espelho. O mais importante é que cada pessoa entenda que o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. Em algumas situações, o tratamento conservador é suficiente, já em outras, será fundamental uma cirurgia. Cada caso apresentará uma demanda diferente”, completou.