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inclusão no outubro rosa

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outubro 20, 2021 Câncer de mama0

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais atinge mulheres no mundo. No entanto, a doença também pode atingir outros grupos, que não são comumente abordados em campanhas de conscientização no Outubro Rosa, o que tem gerado alarde entre os especialistas. Homens, pessoas com deficiência e comunidade LGBTQIA+ são excluídos das ações que visam a difusão de informações sobre a importância da prevenção e detecção da doença em estágio inicial. Por não serem impactados, podem criar uma falsa impressão de não correrem o risco de desenvolvimento da doença, o que atrapalha o diagnóstico precoce e, como consequência, reduz as chances de cura.

Para te ajudar a entender mais sobre o tema e ressaltar a importância da inclusão nas campanhas de conscientização sobre o câncer de mama, nós, do Blog da Medquimheo, preparamos este conteúdo repleto de informações relevantes e dados. Continue a leitura para conferir!

Veja também- Câncer de mama pode atingir homens: entenda mais sobre o assunto

Câncer de mama em homens: a importância de quebrar o tabu!

Apesar de representar apenas 1%, a falta de informação a respeito da neoplasia mamária em pessoas do sexo masculino, o tabu relacionado ao autocuidado em saúde entre os homens e o preconceito sofrido por pacientes acometidos pela doença quase exclusivamente feminina, colocam um panorama nocivo, de diagnósticos quase sempre em estágios avançados e que muitas vezes não permitem a cura ou o tratamento do câncer

Como ocorre a realização da mamografia em pessoas deficientes? 

A mamografia é o principal exame que diagnostica precocemente o câncer de mama. Para realizá-lo, é preciso ficar de pé e sem roupas na parte de cima, o que dificulta o acesso às pacientes com algum tipo de deficiência física, como paraplégicas/tetraplégicas e mulheres com nanismo. A lei Nº 13.362, de 23 de novembro de 2016, assegura o direito de realização do exame de mamografia adaptado para mulheres que se enquadram como PCDs. 

No caso de mulheres cadeirantes, a máquina utilizada na realização do exame tem capacidade de descer e chegar à altura da paciente. Porém, durante a mamografia é preciso que a pessoa participe e se posicione, levantando os braços e se projetando para frente, o que não seria possível para um tetraplégico, por exemplo.

Comunidade LGBTQIA+ e o câncer de mama

A hormonioterapia com estrogênio, utilizada no processo de transição sexual, aumenta o risco de desenvolvimento do câncer de mama. Por isso, mulheres e homens trans precisam manter os mesmos cuidados com as mamas que as pessoas cisgêneros. Mesmo quem faz uso de próteses, é fundamental que exames de imagem como ultrassonografia, mamografia ou ressonância nuclear magnética, sejam realizados periodicamente, conforme orientação médica.  

#SejaSuaPrópriaDiferença

Diante deste contexto, nós, da Medquimheo, lançamos a campanha intitulada “Seja a sua própria diferença” para a edição deste ano do Outubro Rosa, que tem o objetivo de difundir conteúdos que incluam, aproximem, se diferenciem e mostrem a diversidade da sociedade. A campanha é um convite para o autocuidado, para o olhar atento a si mesmo, a fim de tornar cada pessoa protagonista da sua própria saúde. Queremos disseminar informações que contribuam para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento eficaz para todos aqueles que podem ser afetados pelo câncer de mama, de acordo com suas particularidades.

Conheça o Blog da Medquimheo

Nosso blog é repleto de posts para te manter sempre bem informado e atualizado. Aproveite mais conteúdos:

Outubro Rosa: a detecção precoce do câncer de mama é fundamental!

Outubro Rosa: autoestima como aliada ao tratamento do câncer de mama 

Fonte: Instituto Oncoguia