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agosto 9, 2022 Linfoma de Hodking0

O Agosto Verde Claro marca a campanha de conscientização e combate dos casos de linfoma – tipo de câncer que se inicia nas células do sistema linfático e possui subtipos variados. O Linfoma de Hodgkin pode ter início em qualquer lugar do corpo, mas acontece com mais frequência nos gânglios linfáticos – especialmente no tórax, pescoço e axilas. Já o Linfoma Não Hodgkin acomete com mais frequência adultos – inicia-se, geralmente, nos gânglios e tecidos linfáticos, mas também pode atingir a pele com o linfoma da pele, por exemplo.

Para saber mais sobre os tipos de linfoma, prevenção e formas de tratamento, continue lendo este artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos!

Veja mais – Entenda a relação entre hepatites virais e câncer de fígado

Qual o cenário dos linfomas no Brasil?

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que, até o final de 2022, cerca de 200 capixabas podem desenvolver o linfoma. Os casos no Espírito Santo são referentes ao Linfoma de Hodgkin, cerca de 30 e, Não Hodgkin, 170, tanto em homens quanto em mulheres. Os diagnósticos da doença no Brasil são contabilizados por triênio, para cada ano de 2020 a 2022, por exemplo, são estimados 12.030 novos casos de Linfoma Não Hodgkin. Neste tipo de câncer, há um risco apontado de 6,31 novos diagnósticos a cada 100 mil homens e 5,07 para cada 100 mil mulheres. Já o Linfoma de Hodgkin são esperados cerca de 2.640 para cada ano. 

Quais os fatores de risco para o surgimento dos linfomas?

Por serem tipos diferentes, há fatores de risco parecidos e outros distintos. No entanto, é preciso citar que cada pessoa pode ser afetada por esse tipo de câncer por causas diferentes e, alguns motivos são inevitáveis e individuais, como idade, histórico familiar, gênero, estilo de vida e outros, como:

  • Linfoma de Hodgkin: sistema imunológico comprometido, como portadores de HIV; pacientes que fazem uso de medicamentos imunossupressores, como pessoas em tratamento de câncer; histórico familiar desse mesmo tipo de câncer.
  • Linfoma Não Hodgkin: sistema imunológico comprometido; como portadores de HIV; pessoas que fazem uso de medicamentos imunossupressores, como pacientes oncológicos; exposição recorrente a substâncias químicas, como agrotóxicos, solventes orgânicos e exposição a altas doses de radiação.

Diagnóstico e tratamento do linfoma

Os sinais clínicos do linfoma são bem difíceis de diagnosticar por serem semelhantes a outras doenças. Esse tipo de câncer pode se manifestar por meio do aumento do volume dos gânglios no pescoço, virilha ou axilas e, conforme se desenvolve, podem surgir sintomas como febres, calafrios, suores noturnos, coceiras na pele, fadiga e perda de peso inexplicável.

Como prevenir linfoma?

Para o Linfoma de Hodgkin ainda não há uma forma efetiva de prevenção do surgimento da doença, já para o  Linfoma Não Hodgkin, é possível preveni-lo por meio de hábitos e estilos de vida mais saudáveis de cada indivíduo. 

“Optar por uma vida mais saudável, guiada por uma alimentação equilibrada e com a prática de exercícios físicos, é um caminho excelente, tanto para prevenir contra os linfomas, quanto para garantir uma qualidade de vida”.

  • Juliana Velloso, hematologista da Medquimheo. 

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Linfoma: 2° tipo de câncer que mais atinge jovens

Médicos promovem Dia Mundial da Conscientização sobre linfomas

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca).


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Hepatites virais são inflamações no fígado que podem ser provocadas por diversos fatores como remédios, uso de anabolizantes, excesso de álcool, doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. As hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Quando o diagnóstico da hepatite é tardio, há chances do desenvolvimento de câncer de fígado, que é a causa de morte de cerca de 700 mil pessoas todos os anos no mundo, enquanto, no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que são aproximadamente 10 mil óbitos anuais pela doença.

Para saber mais sobre as formas de prevenir as hepatites virais e, consequentemente, evitar o desenvolvimento do câncer de fígado, continue lendo este artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos!

Veja mais – Vacina contra Influenza: por que pacientes oncológicos devem tomar?

Qual a ligação entre hepatite e câncer de fígado?

As hepatites virais, mais especificamente dos tipos B e C, estão entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de fígado, além de outras doenças, como a cirrose, causada pelo alcoolismo e esteatose hepática não alcoólica – conhecida como gordura no fígado. As causas para o aparecimento do câncer de fígado são, na maioria das vezes, preveníveis e tratáveis, no entanto, o diagnóstico precoce é dificultado pela falta de sintomas aparentes.

Pesquisa encomendada pelo Datafolha e realizada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) com mais de 2 mil pessoas revelou que 63% dos brasileiros associam o desenvolvimento deste tipo de câncer ao consumo excessivo de álcool e 47% ao tabagismo, quando na verdade, os principais fatores de risco para o câncer de fígado incluem as hepatites virais – que apesar de perigosas, são negligenciadas. É o que aponta o estudo, visto que mais da metade dos entrevistados (60%) nunca fizeram teste para hepatite C nem para hepatite B (52%). Por outro lado, o estudo mostra que o brasileiro está vacinado para prevenir a hepatite B – a mais grave e que não tem cura -, em que duas a cada três pessoas garantem ter recebido as três doses de imunizante.

Tipos de câncer de fígado

Segundo a American Cancer Society, o câncer de fígado pode ser classificado em diferentes níveis, entre os mais comuns e mais raros. Além de outras características, como o início da doença, caracterizado como primário – quando começa no próprio órgão -, secundário ou metastático – que tem origem em outra parte do corpo e, com a evolução do tumor, pode chegar ao fígado. 

  • Carcinoma hepatocelular: é considerado o tipo mais frequente de câncer de fígado entre os adultos. Ele possui padrões diferentes de crescimento, visto que alguns começam como tumor único e outros surgem como múltiplos nódulos por todo o órgão.


  • Colangiocarcinoma intra-hepático: cerca de 10 a 20% dos cânceres que se iniciam no fígado são desse tipo, pois se caracterizam por serem tumores que se formam nas células que revestem os tubos que levam a bile a vesícula biliar.

 

  • Angiossarcoma e hemangiossarcoma: tumores raros que começam nas células que revestem os vasos sanguíneos do fígado. Pode se desenvolver por fatores externos, como exposição a materiais radioativos ou características hereditárias.

  • Hepatoblastoma: também raro, normalmente, desenvolve-se em crianças com menos de 4 anos.

Principais sintomas de câncer de fígado

Ainda segundo a pesquisa da Ibrafig, 53% dos entrevistados sabem que há uma relação entre gordura no fígado e câncer nesse órgão, mas 56% revelam que nunca fizeram exames específicos para diagnosticá-la. Isso acontece porque, na maioria dos casos, a doença possui evolução assintomática, o que dificulta a detecção em estágio inicial. Os exames mais comuns para diagnosticar o câncer de fígado incluem exames de sangue, a fim de avaliar as enzimas hepáticas, e ultrassonografia do abdome superior, mas os exames podem mudar de acordo com o quadro clínico de cada paciente.

“O tumor no fígado pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividade física e consultas regulares. Contudo, quando os sintomas começam a se manifestar, pode ser que a doença já esteja em estágio avançado, por isso, é de suma importância o diagnóstico precoce, para ter maiores chances de cura.”

– Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.

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Cuidados paliativos para pacientes oncológicos: necessidades durante e após o tratamento

Centro de Infusão e Terapia Imunobiológica: tratamento inovador e acolhedor

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca).


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O Centro de Infusão e Terapia Imunobiológica (CIN) da Medquimheo é um espaço inovador que oferece tratamento para doenças de diversas especialidades, como hematologia e reumatologia. Além de contar com equipe de farmacêuticos e médicos plantonistas, com o objetivo de proporcionar atendimento de qualidade, administração ideal de medicamentos e tratamento acolhedor. Por trazer melhorias de forma rápida e eficaz à saúde, o CIN busca oferecer as opções mais modernas e inovadoras para os pacientes terem uma vida mais saudável e duradoura.

Que tal saber mais sobre a importância do Centro de Infusão e Terapia Imunobiológica e quais os serviços são oferecidos no espaço? Continue a leitura deste artigo para conferir!

Veja também – Cuidado e tratamento acolhedor: conheça nossas especialidades e serviços

O que é o Centro de Infusão e Terapia Imunobiológica?

O CIN é o espaço mais moderno, confortável e seguro para tratar pacientes de diversas especialidades, oncológicas ou não oncológicas. O Centro conta com uma equipe de farmacêuticos exclusiva, que garante a qualidade dos medicamentos utilizados durante a aplicação das medicações, e de médicos plantonistas, que acompanham todas as etapas da terapia todos os dias da semana. Nesse sentido, a terapia de infusão e imunobiológica é utilizada para tratar alguns tipos de câncer, mas, também, para agir no combate de inflamações e doenças autoimunes, como as reumatológicas e outras. Confira quais são:

  • Alergologia: ramo da medicina que trata doenças alérgicas e inflamações da pele.

 

  • Dermatologia: campo responsável por diagnosticar e tratar, de forma clínica-cirúrgica, enfermidades da pele e anexos cutâneos – como pêlos, unhas e glândulas.

 

  • Gastroenterologia: especialidade que previne e trata patologias que afetam o aparelho digestivo.

 

  • Hematologia: área médica que estuda e trata doenças do sangue e de órgãos onde são formadas as células sanguíneas.

 

  • Imunologia: considerada uma ramificação da medicina, que busca estudar o sistema imunológico e o que pode afetá-lo.

 

  • Infectologia: especialidade responsável por diagnosticar doenças causadas por patógenos como vírus, bactérias, protozoários, fungos e outros microorganismos transmissores de infecções.

 

  • Neurologia: campo que trata dos distúrbios do sistema nervoso.

 

  • Oftalmologia: área que investiga e cuida de doenças relacionadas aos olhos.

 

  • Pneumologia: ramo da medicina responsável pelo tratamento de patologias das vias aéreas inferiores – traqueia, brônquios, bronquíolos, alvéolos e pulmões.

 

  • Reumatologia: especialidade médica que estuda doenças que acometem os tecidos conjuntivos, como as articulações, ossos, músculos, tendões e ligamentos, que são distúrbios causados, na maioria das vezes, por doenças reumáticas.

Quais benefícios do tratamento de infusão e terapia imunobiológica?

Entre os benefícios do tratamento oferecido no Centro de Infusão e Terapia Imunobiológica estão a garantia de uma resposta mais ágil e eficaz no combate às doenças, o impedimento do desenvolvimento de células anormais de doenças autoimunes, estímulo do sistema imunológico, aumento da quantidade de anticorpos e o auxílio no tratamento de doenças inflamatórias. Nesse sentido, todo acompanhamento proporciona aumento da qualidade de vida do paciente.

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Cuidados paliativos para pacientes oncológicos: necessidades durante e após o tratamento 

Julho Verde: fatores de risco e sinais do câncer de cabeça e pescoço

Fonte: Medquimheo.


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Cuidado paliativo designa a assistência prestada aos pacientes oncológicos que visam a qualidade de vida durante o tratamento no âmbito da saúde, mas também familiar, social e psicológico. Existem diversas formas de aplicar os cuidados paliativos de acordo com o estágio da doença e estado geral de saúde do paciente. Nós, da Medquimheo, como clínica capixaba especialista em oncologia, oferecemos cuidado humanizado para tornar o tratamento oncológico mais leve e acolhedor. 

Deseja entender mais sobre a importância dos cuidados paliativos e quais são eles? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos!

Veja mais – Bem-estar: entenda como as emoções interferem na saúde do organismo

Quais são os cuidados paliativos para pacientes oncológicos?

Os cuidados paliativos são os auxílios ativos e integrais oferecidos a pacientes que tratam doenças graves, progressivas e que ameaçam a continuidade da vida, como o câncer, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Eles devem ser iniciados, primeiramente, por meio da decisão conjunta entre médico, paciente e familiares, quando o tratamento curativo deixa de fazer o efeito esperado de cura ou redução do tumor. Alguns dos suportes oferecidos em cuidados paliativos incluem abordagens terapêuticas que proporcionam maior comodidade ao paciente para enfrentar a doença, como:

 

  • Controle dos sintomas: estratégia voltada para aliviar sintomas, dores e situações de estresse causadas pelo tratamento oncológico. É possível ajudar a gerenciar problemas físicos, emocionais e sociais.

 

  • Home care: cuidados paliativos realizados em casa, mas ainda com tratamento e acompanhamento médico.

 

  • Acompanhamento psicológico: um profissional especialista que acompanha o paciente e os familiares durante o tratamento, a fim de promover alívio emocional neste período.

 

  • Teleconsulta: acompanhamento virtual, para que o médico se mantenha atualizado sobre o quadro de saúde do paciente e a evolução do tratamento, ao mesmo tempo em que proporciona maior comodidade e conforto à pessoa que trata o câncer. É importante citar que este tipo de monitoramento depende de cada caso e a escolha é feita pelo especialista.

Como a Medquimheo oferece os cuidados paliativos?

Os cuidados paliativos necessitam de uma equipe multidisciplinar para atuar em diversas frentes e nós, da Medquimheo, oferecemos toda assistência necessária para tornar o tratamento oncológico mais leve e acolhedor. Desde o acompanhamento pediátrico até o apoio psicológico, nós estamos preparados para levar o melhor e mais atualizado serviço de oncologia do Espírito Santo

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Julho Verde: fatores de risco e sinais do câncer de cabeça e pescoço

Cuidado e tratamento acolhedor: conheça nossas especialidades e serviços!

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca).


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O mês de julho é marcado pela cor verde, em alusão à campanha de prevenção e conscientização do câncer de cabeça e pescoço. Esse tipo de câncer, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), tem 76% dos casos diagnosticados tardiamente, o que pode dificultar o tratamento, reduzir as chances de cura e, consequentemente, aumentar a taxa de mortalidade. Por esse motivo, prevenir os fatores de risco e realizar consultas periódicas diminuem as chances de desenvolvimento dos cânceres de cabeça e pescoço.

Para saber quais são os fatores de risco e os principais sintomas que o câncer de cabeça e pescoço podem apresentar, continue a leitura deste artigo para conferir!

Veja mais – Bem-estar: entenda como as emoções interferem na saúde do organismo

O que é câncer de cabeça e pescoço?

Os cânceres de cabeça e pescoço atingem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago, tireoide e seios paranasais. Dados do Instituto Oncoguia estimam que cerca de 43 mil pessoas serão diagnosticadas com esse tipo de câncer a cada ano. O Inca alerta, também, que podem surgir, em média, 15 mil novos casos de câncer na cavidade oral no Brasil por ano, sendo 80% dos diagnósticos em homens – considerado o quinto tumor com maior incidência no ranking geral. Já para o tumor que afeta a laringe, estima-se que sejam detectados 8 mil novos casos e 97% dos diagnósticos são provenientes do tabagismo.

Fatores de risco e sintomas do câncer de cabeça e pescoço

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço envolvem, principalmente, tabagismo, consumo de álcool e infecções que podem ser evitadas por meio de vacinação. De acordo com o Instituto Vencer o Câncer, pessoas que fumam e consomem bebidas alcoólicas com frequência apresentam risco de 40 a 100 vezes maior de desenvolver o câncer de cabeça e pescoço. Nesse sentido, quanto mais prolongado e intenso for o consumo, maior será o risco.

Infecções por HPV e excesso de exposição solar também são fatores de risco e, para evitá-los, é necessário incluir hábitos saudáveis na rotina e manter o cartão de vacinação atualizado. É importante frisar que alguns tumores costumam ser assintomáticos na fase inicial da doença, por isso é fundamental manter as consultas periódicas em dia, a fim de aumentar as chances de cura. No caso de estágios avançados da doença, o paciente pode apresentar sintomas diferentes, a depender da localização do tumor, como:

  • Cavidade oral: manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou revestimento da boca; inchaço da mandíbula; hemorragias ou dor na boca.
  • Faringe: dificuldade para respirar ou falar; dor ao engolir ou nas regiões do pescoço e garganta; dores de cabeça frequentes; dor ou zumbido no ouvido.
  • Laringe: dor ao engolir ou dor no ouvido.
  • Seios paranasais e cavidade nasal: infecções crônicas que não respondem ao tratamento com antibióticos; sangramento pelo nariz; dores de cabeça frequentes; inchaço nos olhos; dor nos dentes superiores ou problemas com próteses dentárias.
  • Glândulas salivares: inchaço sob o queixo ou ao redor do osso maxilar; dormência ou paralisia dos músculos da face; dores persistentes na face, queixo ou pescoço.

Diagnóstico precoce aumenta as chances de cura

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as principais estratégias para a detecção precoce de várias doenças, inclusive do câncer, é o diagnóstico em estágio inicial do tumor e o rastreamento, que implica na realização de exames  clínicos e biópsias mais detalhadas. Durante a consulta, serão analisados históricos clínicos individuais e familiares, além de exames físicos, com avaliações da cabeça e pescoço.

Nossa oncologista Carolina Conopca ressalta que o diagnóstico precoce aumenta, significativamente, as chances de cura. Nesse sentido, evitar os fatores de risco que aumentam as chances de desenvolvimento da doença também devem ser adotados, além de manter as consultas periódicas em dia.

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Dia Mundial Sem Tabaco: cigarro como fator de risco para o câncer

Cuidado e tratamento acolhedor: conheça nossas especialidades e serviços!

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca).


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O Dia Nacional de Imunização, celebrado em 9 de junho, tem como principal objetivo conscientizar a população e chamar atenção para a importância das vacinas, tanto para o indivíduo, quanto para a saúde coletiva. Manter a carteira de vacinação completa, desde a infância até a fase adulta é fundamental para evitar a propagação de doenças e, também, garantir a saúde de pacientes oncológicos durante o tratamento. Tendo em vista que o sistema imunológico de pessoas que estão em tratamento de câncer já é afetado, uma nova infecção pode atrapalhar o tratamento e deixar a saúde mais debilitada. 

Deseja saber mais sobre a campanha do Dia Nacional da Imunização e qual a importância das vacinas? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Vacina contra influenza: por que pacientes oncológicos devem tomar?

Qual a importância da imunização?

A imunização coletiva se mostra de extrema importância, principalmente, no atual cenário do Brasil, em que várias doenças voltaram a circular após a queda vacinal na sociedade. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam que, em apenas três anos, a vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola caiu de 93,1% para 71,49% no Brasil, além da vacinação contra a poliomielite, que apresentou uma queda de 84,2% para 67,7%, em 2021. A diminuição na cobertura vacinal infantil demonstra que três a cada dez crianças brasileiras não receberam as vacinas necessárias.

Nesse sentido, aderir às campanhas vacinais em todas as fases da vida auxilia na maior proteção contra diversas doenças, sejam elas infecciosas ou bacterianas. A Organização Pan-Americana da Saúde junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a Cartilha de Vacinas, que informa todas as vacinas necessárias em cada faixa etária.

Imunização em pacientes oncológicos

Pessoas que estão em tratamento oncológico possuem maior probabilidade de desenvolverem quadros de imunocomprometimento grave, independentemente da infecção. Nesses pacientes, as infecções contribuem para o risco elevado de mortalidade, visto que podem atrasar ou impedir o tratamento adequado, ou mesmo a cirurgia oncológica. Nesse contexto, as vacinas proporcionam mais benefícios que malefícios aos pacientes oncológicos. Porém, imunizantes que possuem bactérias ou vírus vivos atenuados em sua composição – como algumas vacinas contra a Covid-19 – devem ser aplicadas após análise das precauções e contraindicações, que deve ser feita entre paciente e médico especialista. 

#DicaMedquimheo:  A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica publicou um guia que trata sobre a Vacinação no Paciente Oncológico, com conteúdos que contemplam as principais dúvidas acerca do tema. Confira!

Recomendações para vacinação em pacientes oncológicos

As vacinas que possuem na fórmula o vírus inativado são essenciais para que os pacientes oncológicos estejam protegidos contra outras doenças e, consequentemente, mantenham a resposta imunológica em bom estado, para que o tratamento também seja beneficiado. As principais vacinas recomendadas são:

  • Influenza;
  • Hepatite B; 
  • Difteria;
  • Tétano;
  • Coqueluche;
  • Pólio inativada;
  • Pneumocócica conjugada 10 ou 13 valente;
  • HPV

Qual é o melhor momento para pessoas com câncer se vacinar?

Em alguns casos, o melhor momento para os pacientes oncológicos se vacinarem é antes do início do tratamento imunossupressor. Para pacientes submetidos a transplantes, o ideal é que a vacinação ocorra a partir de seis meses após o transplante.

“É importante que as pessoas completem a carteira de vacinação, visto que algumas vacinas podem ajudar até mesmo a evitar o desenvolvimento de alguns tipos de câncer. Mas, independentemente da vacina a ser administrada, a consulta com o profissional para receber orientações é imprescindível”. 

– Dra. Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.  

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Dia Mundial da Segurança dos Alimentos: a alimentação aliada à saúde 

Mastologia: conheça a importância de realizar exames preventivos

Fonte: Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).


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O Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, celebrado em 7 de junho, foi instituído pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 2018, com o objetivo de chamar a atenção e incentivar ações que ajudem a prevenir, detectar e gerenciar riscos de origem alimentar, a fim de contribuir com a segurança dos alimentos e, consequentemente, com a saúde humana. Entre os 17 objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, estão o consumo de alimentos inócuos – aqueles ausentes de contaminantes biológicos, químicos e físicos, que podem causar prejuízos à saúde, e a erradicação da fome. 

O tema da campanha deste ano, estabelecido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Paho), é “Alimentação Segura, melhor saúde”, e tem como intuito ampliar o debate a respeito do acesso a alimentos seguros e refletir sobre como uma alimentação saudável pode auxiliar no bem-estar das pessoas, dos animais e do meio ambiente.

Deseja saber mais sobre a campanha do Dia Mundial da Segurança dos Alimentos e qual a importância da segurança alimentar? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Dia Mundial da Saúde Digestiva: saiba mais sobre hábitos saudáveis!

O que são alimentos seguros?

Segurança dos alimentos é o termo utilizado para fazer referência à garantia de qualidade, desde as etapas de manipulação e preparo até o consumo, seja alimentos orgânicos ou industrializados. Nesse sentido, alimentos seguros são aqueles que, além de fornecer nutrientes, são livres de microorganismos que possam causar doenças. 

No entanto, a segurança alimentar é uma realidade distante para muitas pessoas. Dados das Nações Unidas apontam que 420 mil pessoas em todo o mundo perdem a vida após ingerir alimentos contaminados, como crianças com menos de cinco anos, que representam 40% dos casos e contabilizam 125 mil óbitos anuais.

Segurança alimentar X pacientes oncológicos 

Pacientes oncológicos devem ter cuidados redobrados com a segurança dos alimentos, visto que o tratamento de câncer pode ter como efeito colateral a baixa imunidade e vulnerabilidade para adquirir infecções. De acordo com o Manual da Alimentação Durante a Quimioterapia, desenvolvido pelo A.C.Camargo Cancer Center, é preciso seguir quatro passos fundamentais para garantir uma alimentação segura. Saiba agora quais são!

  • Lavar 

Lave as mãos e as áreas de preparo dos alimentos, além de colocá-los em solução sanitizantes, para evitar a permanência de microrganismos. Para isso, misture uma colher de sopa de água sanitária diluída em um litro de água e deixe os produtos em imersão por 20 minutos. Higienizar as compras antes de transferi-las para a dispensa também é uma boa opção!

  • Separar 

Separe os alimentos crus dos pré-prontos, como as carnes dos vegetais, visto que algumas bactérias podem se espalhar e contaminar outros alimentos. Procure sempre isolar carnes, aves, peixes, frutos do mar e ovos por meio de sacos plásticos desde o supermercado até o armazenamento final, como a geladeira. É importante, também, atentar-se a qual é o melhor local para guardar o alimento, tendo em vista o melhor ambiente para prolongar o tempo de vida dele e preservar sua qualidade.

  • Cozinhar 

Cozinhe os alimentos nas temperaturas adequadas, pois o cozimento – ou outras formas de calor – é uma prática eficaz para destruir alguns microorganismos, em especial, nos alimentos de origem animal. Sendo assim, mesmo que reservados na geladeira, as carnes e vegetais devem ser fervidos antes de serem consumidos. 

  • Esfriar

Evite deixar os alimentos preparados mais do que 2 horas em temperatura ambiente. Armazene-os adequadamente na geladeira ou freezer. Essa prática faz com que a proliferação de bactérias e fungos seja reduzida. Já para o descongelamento, devem ser usadas água fria ou geladeira, pois a temperatura ambiente deixa o alimento suscetível à contaminação.

Dicas de especialista!

Nesse sentido, a nossa nutricionista, Naira Fraga, fornece algumas dicas para que os pacientes oncológicos tenham uma alimentação segura e eficaz durante o tratamento, a fim de alcançar resultados positivos e, também, melhor qualidade de vida.

“É preciso lembrar que o plano alimentar do paciente oncológico deve conter muitas frutas e verduras. Mas, para isso é preciso cuidado com a limpeza delas, essa é uma etapa indispensável, não pode ser pulada. Caso contrário, ele só poderá consumi-las cozidas, o que pode atrapalhar a imunidade a longo prazo.”

Naira Fraga, nutricionista da Medquimheo.

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Dia Mundial Sem Tabaco: cigarro como fator de risco para o câncer

Dieta que salva: como uma alimentação equilibrada pode prevenir doenças respiratórias no outono?

Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde (Paho).


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O Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o impacto negativo gerado pelo vício em cigarro e a dependência física à nicotina. Segundo pesquisa do Instituto Oncoguia, o hábito é um dos principais fatores de risco evitáveis que podem elevar em 30% o risco de desenvolvimento de vários tipos de câncer, como o de pulmões, fígado, estômago, pâncreas, rins, cólon e reto, bexiga, ovários, colo do útero, cavidade nasal e oral, faringe, laringe e esôfago.

Tem interesse em saber mais sobre o Dia Mundial Sem Tabaco e qual a importância de falar sobre os fatores de risco dos novos formatos de consumir o cigarro? Continue a leitura deste artigo que nós, do Blog da Medquimheo, preparamos para você!

Veja mais – Linfoma de Hodgkin: saiba quais são os principais sintomas e tratamentos 

Qual é a campanha antifumo 2022?

A campanha antifumo deste ano tem como tema “Tabaco: ameaça ao nosso meio ambiente”. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo atinge a saúde das pessoas, além de também trazer consequências ao meio ambiente, visto que, para produzir cigarros, diversas árvores são cortadas. Ademais, milhares de litros de água são usados para produzir o material e toneladas de emissões de CO2 são liberadas, o que eleva a temperatura global e, consequentemente, pode afetar a saúde humana de outras formas, inclusive aumentando a presença de substâncias cancerígenas. 

O que é tabagismo?

O tabagismo é o vício em consumir cigarro e as substâncias químicas contidas no produto, como a nicotina. O hábito integra o grupo de transtornos mentais e comportamentais em razão do uso de substância psicoativa. Nesse sentido, outras alternativas para consumir o tabaco têm sido procuradas, como o uso de cigarros eletrônicos e narguilé, que são vendidos como formas “mais seguras” de consumir o tabaco. 

O público que mais tem sido atraído são os jovens, de acordo com pesquisa realizada pelo Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia (Covitel), em que pelo menos 1 a cada 5 jovens de 18 a 24 anos usa cigarros eletrônicos. Dados da OMS alertam, ainda, que o uso de narguilé entre 60 e 80 minutos ininterruptos equivale a 100 cigarros comuns.

Qual a relação entre cigarro e câncer?

O tabaco possui inúmeras substâncias cancerígenas e, quando consumidas cada vez mais cedo, como por meio da prática usual dos cigarros eletrônicos pelos jovens, o potencial risco para desenvolvimento de vários tipos de câncer se amplia. O câncer de pulmão, por exemplo, tem como fator de risco o tabagismo, seja pela pessoa que é ativa ou passiva – aquela que não faz uso das substâncias, mas sempre está em contato por outros. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que cerca de um terço de todos os casos de câncer são atribuídos ao fumo e que 80% dos diagnósticos de câncer de pulmão são causados pelo consumo de tabaco. 

A nossa oncologista, Dra. Carolina Conopca, afirma que o tabagismo traz prejuízos para a saúde em todos os aspectos, mas, principalmente, à exposição aos riscos de desenvolvimento de câncer. 

“De acordo com o Inca, os fumantes possuem um risco 23 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão em relação aos não fumantes. Também é um hábito considerado arriscado para pessoas sensíveis a problemas respiratórios, visto que os fumantes possuem a função pulmonar afetada e as doenças respiratórias podem se desenvolver na forma mais grave”. – Carolina Conopca, oncologista da Medquimheo.

Quais os benefícios de parar de fumar? 

Interromper o vício no tabaco pode trazer benefícios imediatos e a longo prazo, o que garante a sobrevida do fumante ativo e do fumante passivo. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (Paho), o tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas a cada ano, por isso, é de suma importância alertar a população quanto a importância de abandonar este hábito. Abaixo, listamos alguns resultados benéficos para a saúde percebidos após a pessoa parar de fazer uso do tabaco, segundo a Paho.

 

  • Dentro de 20 minutos, o ritmo cardíaco e a pressão arterial baixa;
  • Em 12 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue cai para o normal;
  • De 2 a 12 semanas, a circulação sanguínea melhora e a função pulmonar melhora;
  • Entre 1 a 9 meses, a tosse e a falta de ar diminuem;
  • Em 1 ano, o risco de desenvolver uma doença em relação ao fumo cai pela metade;
  • Entre 5 a 15 anos após parar de fumar, o risco de ter um acidente vascular cerebral é reduzido ao de um não fumante;
  • Em 10 anos, o risco de câncer de pulmão cai para metade em relação a um fumante e o risco do desenvolvimento de outros tipos de câncer também diminui.

Nesse contexto, frear o consumo de tabaco também pode ajudar a diminuir o impacto da indústria do cigarro sobre o meio ambiente, logo, à vida humana como um todo, visto que a natureza se deteriora devido ao cultivo, produção e distribuição, consumo e resíduos pós-consumo do fumo. Levante a bandeira da conscientização, seja contra o cigarro! 

Conheça o Blog da Medquimheo

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Dia Mundial da Saúde Digestiva: saiba mais sobre hábitos saudáveis!

Maio Cinza: campanha chama atenção para o câncer do cérebro

Fonte: Organização Pan-Americana de Saúde (Paho).


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A mastologia é a área da medicina que se dedica ao estudo, diagnóstico e tratamento de patologias que atingem as glândulas mamárias. As doenças podem ser benignas ou malignas e afetam tanto mulheres quanto homens, apesar de ser uma área mais conhecida devido à alta incidência do câncer de mama. Para identificar as patologias e tratá-las o quanto antes, existem exames de rastreamento que devem ser realizados periodicamente.

Aqui, na Medquimheo, nos preocupamos com a sua saúde e oferecemos serviços que rastreiam e identificam anomalias com o apoio de equipes especializadas para realizar o diagnóstico correto, além de acompanhar todo o tratamento.

Quer saber mais sobre a mastologia e os exames preventivos de rastreamento? Continue lendo!

Veja maisDia Nacional da Mamografia: alerta para prevenção do câncer de mama

Procedimentos da mastologia

A área da medicina que estuda as glândulas mamárias se utiliza de diversas ferramentas para identificar patologias:

  • Mamografias; 
  • Ultrassonografias; 
  • Ressonâncias magnéticas; 
  • Biópsias;
  • Punções.

Por que consultar um mastologista?

O mastologista, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), é o especialista em prevenir, diagnosticar e tratar as doenças relacionadas à mama. Ou seja: quaisquer dores, nódulos, inchaços ou anomalias que afetam os seios podem indicar o desenvolvimento de patologias na região, e um mastologista é o especialista indicado para acompanhar o quadro clínico. Esta especialidade é indicada tanto para homens, que podem desenvolver ginecomastia (que é o crescimento exagerado das mamas masculinas, comum de acontecer no início da puberdade), quanto para mulheres.

Diferença entre ginecologista, obstetra e mastologista

Apesar de o mastologista ser o especialista em patologias das mamas, exames para identificar anomalias nessa região também podem ser solicitados por um ginecologista, por exemplo. Para que não haja confusão entre as especialidades, confira suas responsabilidades e, em caso de alguma manifestação anormal encontrada, saiba com qual especialista se consultar:

  • Ginecologista: responsável por cuidar, principalmente, do aparelho reprodutor feminino. É o profissional que faz o exame preventivo e solicita e analisa os exames básicos das mamas, como mamografia e ultrassonografia.
  • Mastologista: profissional que previne, diagnostica e cuida das doenças mamárias. Faz o exame físico específico e, se for necessário, faz biópsias e cirurgias, acompanha a mulher nos tratamentos exigidos em oncologia e cuida do bem-estar dessas pacientes em relação à saúde das mamas.
  • Obstetra: especialista que solicita exames e cuida, de forma abrangente, da saúde da gestante durante todo o período de gravidez. É quem acompanha, detecta e, eventualmente, trata qualquer intercorrência durante a gestação, seja com a mulher ou com o bebê, e também realiza o parto.

Medquimheo: clínica oncológica com atendimento acolhedor

Somos a clínica de oncologia no Espírito Santo que apresenta a missão de permanecer em constante evolução e ir muito além de simplesmente atender pessoas, por meio de um atendimento humanizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

Com sede em Vitória e na Serra, nossos pacientes são acompanhados a todo momento, desde a realização de consultas, com equipes compostas por médicos de diferentes especialidades oncológicas, com o apoio de enfermeiro, farmacêuticos, psicólogo, nutricionista e odontologista, à solicitação de exames e acompanhamento no tratamento adequado.

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Centro de Infusão e Terapia Imunobiológica: inovação no tratamento de doenças

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial: como estar no controle desta doença?

Fonte: Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).


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novembro 17, 2021 Notícias0

Para continuar a cumprir a nossa principal missão que é cuidar e tratar pessoas, em breve vamos inaugurar uma nova clínica em Vitória, localizada na Avenida Vitória. O ambiente será ainda mais amplo, moderno e inovador, com diferentes espaços para oferecer a melhor solução em atendimento humanizado aos pacientes, além do CIN – Centro de Infusão. Um ambiente agradável e aconchegante faz toda a diferença na experiência e no bem-estar do paciente, assim como na do profissional de saúde, uma vez que ajuda a diminuir o estresse.  

No conteúdo de hoje, nós, do Blog da Medquimheo, reunimos alguns spoilers sobre a nova unidade, além de curiosidades sobre a nossa história. 

Veja também – 4 dicas para aumentar a autoestima de mulheres em tratamento do câncer  

Nova Medquimheo

Nossa nova Medquimheo vai ser muito mais ampla e terá duas entradas, uma para os consultórios e quimioterapia, e outra será a entrada do CIN – Centro de Infusão, com médico plantonista. O local será destinado aos pacientes que precisam receber alguma medicação e também funcionará como retaguarda para algumas operadoras de saúde a fim de evitar que o paciente se desloque para tomar alguma medicação no pronto socorro. Tudo para garantir o melhor em cuidado e segurança a todos, principalmente diante do cenário de pandemia da Covid-19. Além disso, vamos contar com 17 consultórios e box individualizados. 

Cuidar e tratar pessoas: nossa missão desde 1996

Desde o início da nossa história, em 26 de agosto de 1996, quando fundamos a Medquimheo, temos o mesmo objetivo: ir muito além de simplesmente atender pessoas. Isso nos motiva todos os dias para oferecermos um atendimento humanizado, em que cada paciente receba a devida atenção e cuidado, de maneira individual, de acordo com as necessidades de cada um. Nosso objetivo maior é e sempre foi  proporcionar o máximo de qualidade de vida possível e esperança de cura aos nossos pacientes, por meio de um atendimento personalizado e um tratamento seguro, atual e multidisciplinar.

A unidade será nova mas nossos valores permanecem!

Desde nossa fundação, temos seis pilares fundamentais que sustentam a essência da Medquimheo:

  • Cuidar de vidas: para cada paciente, voltamos atenção, zelo e afeto. 
  • Sua saúde: o bem-estar e a saúde de nossos pacientes está sempre em primeiro lugar.
  • Relacionamento próximo: do corpo clínico às equipes colaborativas de recepção e administração, prezamos estar sempre ao seu lado e ter  relacionamento próximo e cuidado com você.
  • Equipe de enfermagem: ao lado de nossos médicos está nosso operacional de enfermagem, que atua com primor e cuidado.
  • Serviços de emergência: trabalhamos com serviço de emergência nas áreas de hematologia, oncologia e enfermagem, para mais comodidade e segurança para você.
  • Facilidades para você: conforto, equipamentos de excelência e qualidade para você em seu tratamento e atendimento médico. Essas são premissas que nós seguimos em nossa clínica.

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Fique de olho nas nossas redes sociais, em breve divulgaremos mais novidades, estamos ansiosos para recebê-los em nossa nova unidade! Nosso blog é repleto de posts para te manter sempre bem informado e atualizado. Aproveite mais conteúdos:

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Fonte: Medquimheo